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Servidores municipais da educação de Vila Nova dos Martírio deflagaram movimento grevista por tempo indeterminado

Depois de inúmeras tentativas de negociação infrutíferas com a prefeita Karla Batista (PSDB) os servidores da educação do município de Vila Nova dos Martírios cruzaram os braços. Desde o mês de abril o sindicato tem tentado um acordo com município que somente no mês de julho veio se manifestar, mesmo assim negando-se a conceder o reajustes nos salários do servidores.

Cansados de verem o município retardar as negociações depois de quase cinco meses de espera os professores não vêem outra solução a não ser a greve, e hoje praticamente fecharam 80% das salas de aula do município.

Cabe destacar que o sindicato já provou ao município a viabilidade do reajuste, mesmo o município reconhecendo quais medidas deve tomar para conceder o reajuste o mesmo se nega a fazê-lo.

Os servidores reivindicam o reajuste do piso nacional do magistério (6,81%) para professores e o reajuste do salário mínimo para os demais servidores da educação.

“Estamos reivindicando apenas aquilo que já é direito, todos os municípios da região se adequaram para fazer o reajuste, por que Vila Nova dos Martírios tem que ser diferente? O que nos difere dos demais professores da região? O problema é que aqui em Vila Nova os recursos são administrados não para melhorar a vida da comunidade em geral, a administração prioriza os correligionários políticos e detrimento da sociedade vilanovense, a prefeita tem uma prioridade, e essa prioridade não é o povo. E na educação a prioridade não é o aluno, pois não se constrói uma boa educação sem a valorização dos profissionais, que motivação tem o funcionário que não pode ter sequer um reajuste de salário. A prefeita é por demais intransigente, nunca está disposta a negociar, nos abrimos mão de uma grande parte dos anseios da categoria para nos contentar apenas com o reajuste, hoje fechamos em torno de 80% das salas de aula, a comunidade é uma parceira nossa, mesmo onde o professor não aderiu ao movimento, não houve aula por que os pais não mandaram os alunos”, afirma a nota.

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