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Gil Cutrim e deputados do MA solicitam criação de Frente Parlamentar para modernização de Alcântara

Deputados da Bancada Maranhense em Brasília pediram a criação de um Colegiado Parlamentar para Modernização do Centro de Lançamento de Alcântara, no Maranhão.

O requerimento foi assinado pelo deputado Pedro Lucas Fernandes (PTB) e cooperado pelos deputados Gil Cutrim (PDT), Márcio Jerry (PCdoB), Hildo Rocha (MDB), Marreca Filho (Patriotas) e João Marcelo (MDB) que acompanharam a entrega do pedido à mesa diretora.

Um dos objetivos da Frente Parlamentar, segundo os parlamentares, é acompanhar a tramitação de matérias no Congresso Nacional de interesse do Centro de Lançamento de Alcântara.

“Nós, da bancada do Maranhão, assinamos hoje um requerimento para a criação de um Colegiado Parlamentar para modernização do Centro de Lançamento de Alcântara, no Maranhão. Queremos acompanhar de perto a tramitação de matérias no Congresso a respeito da instituição”, disse Gil Cutrim.

De imediato, o Colegiado Parlamentar vai acompanhar todas as informações do acordo assinado entre Brasil e Estados Unidos para uso comercial da Base de Alcântara, no Maranhão.

Assinado ontem, pelos presidentes Bolsonaro e Trump, para entrar em vigor, o Acordo de Salvaguardas tecnológicas – AST precisa ainda ser aprovado pelo Congresso Nacional, que já barrou o documento em 2002 por considerar que ele feriria a soberania do país. A Agência Espacial Brasileira (AEB) defende a aprovação do acordo para que o Brasil não fique de fora do mercado de lançamentos espaciais e afirma que esse tipo de documento é praxe no setor espacial.

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Uma resposta para “Gil Cutrim e deputados do MA solicitam criação de Frente Parlamentar para modernização de Alcântara”

  1. Paulo III disse:

    “Acordo prevê que EUA utilizem Base de Alcântara, no Maranhão, para lançamentos espaciais com fins pacíficos
    Brasil não poderá ter acesso a equipamentos com tecnologia norte-americana, diz o texto
    Em contrapartida, Brasil receberá pagamento dos EUA pelo uso da base; valor não foi revelado
    Acordo foi tentado por FHC, mas foi barrado pelo Congresso, que precisará aprovar o documento”

    -Analisando um trecho acima do acordo celebrado entre Brasil e EUA, para uso da Base Aérea de Alcântara:

    1- Utilizar apenas para fins pacíficos:
    a) Será se os nossos “téquicus” sabem diferenciar um foguete de um míssil?
    b) Se a PF nem a Receita Federal vão poder ter acesso aos containers, hermeticamente, blindado. O que vai garantir que os gringos não tragam combustíveis de propulsão nocivos à saúde, os quais são proibidos de empregá-los lá a no Cabo Canaveral? Ainda mais quando se sabe: em vários pós-guerras, das muitas que os Estados Unidos já promoveram; soldados sobreviventes utilizaram cadáveres dos seus compatrícios para traficarem drogas. Quando o “cabeção” dos nordestinos começar a reduzir pro tamanho duma bola de tênis; podem crer, algo errado passou a acontecer! Eu estou, a barlavento, numa cidade a 50 km longitudinais do CLA.
    c) Se a carga útil do foguete não pode ser inspecionada pelas autoridades brasileiras, como poderemos saber se é uma arma antissatélites ou um satélite metereológico?
    – Outra questão nebulosa: por que Bolsonaro se recusa a revelar o valor do Contrato? Seria para a população e opositores, não ficarem sabendo que os acordos do PT com Ucrânia ou Rússia seriam mais vantajosos, financeiramente, para o Brasil?

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