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Osvaldo Pereira Rocha: uma vida inteira de apreço e dedicação à cultura maranhense

Osvaldo Pereira Rocha, um dos mais antigos colaboradores do Jornal Pequeno, deixou imensa saudade para seus amigos e familiares


Na manhã do dia 25 de setembro passado (era uma segunda-feira), o Jornal Pequeno perdeu um de seus mais assíduos e antigos colaboradores: Osvaldo Pereira Rocha. Ele era advogado e auditor fiscal do trabalho aposentado e tinha o costume de publicar seus artigos semanalmente nas edições de domingo do JP.
Sempre que podia, fazia questão de vir ao Jornal Pequeno para conversar com o pessoal da Redação, da gráfica e demais funcionários. Mas gostava mesmo era de visitar e demonstrar todo seu apreço à matriarca da Casa: Dona Hilda Bogéa.
‘Seu’ Osvaldo, não se pode deixar de reconhecer, era uma grande figura humana, com seu cavalheirismo, sua grandiosidade de espírito e, em particular, o imenso desejo que tinha de dar sua contribuição para a cultura maranhense.
Agora, ele se fez memória, e a memória honrada de um homem é o que o coloca permanentemente acima da morte, por nos dar o testemunho de sua marcante presença no mundo e de seu exemplo dignificante, com o qual enobreceu o meio social em que vivemos.
Costuma-se dizer que uma pessoa é boa, depois que ela morre, não se sabendo se com isso estamos reverenciando o caráter dessa pessoa ou apenas respeitando medrosamente o mistério da morte.
A morte não faz ninguém bom. A vida, sim, desde que sejamos dignos dela. E há, portanto, os que são bons e assim permanecem, porque viveram, souberam viver e, mais do que isso, souberam conviver, que é tarefa difícil num mundo como o de nossos dias.
Dito isto para se fazer justiça e reconhecer a grande figura humana que foi este grande colaborador do Jornal Pequeno, com seus artigos, suas idéias e, acima de tudo, o seu companheirismo.
Filho de Luiza Pereira Rocha e de Antônio da Silva Rocha, Osvaldo Pereira Rocha nasceu na cidade de Pedreiras, no dia 20 de março de 1939. Pai de seis filhos, flamenguista e devoto de Nossa Senhora de Fátima, ele foi presidente do Rotary Club São Luís Praia Grande e era membro do Instituto Histórico e Geográfico do Maranhão (IHGM) e grão-mestre do Grande Oriente Autônomo do Maranhão (GOAM).
Conviveu durante mais de 20 anos com Maria do Socorro Nascimento de Oliveira, e com ela gostava de receber amigos e familiares na sua residência, no bairro Maranhão Novo.
Ele faleceu aos 84 anos, vítima de um infarto, na manhã do dia 25 de setembro de 2023, no Hospital São Domingos. Integrante da Maçonaria Unida do Maranhão, foi velado na sede do Grande Oriente Autônomo do Maranhão (GOAM) e sepultado às 10 horas da manhã de 26 de setembro, no Cemitério do Gavião. Que as singelas palavras deste artigo sirvam de uma justa e merecida homenagem ao nosso estimado ‘Seu’ Osvaldo.

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