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Jornalista lança o livro “Filho de Pandemia” neste sábado, em São Luís

O jornalista Diego Amorim fará o lançamento de seu livro na UNDB Centro Universitário do Golden Shopping Calhau


O livro “Filho de Pandemia” – Os 110 dias do diário de um pai no momento mais desafiador para qualquer família – será lançado neste sábado (19) em São Luís. A tarde de autógrafos será às 16 horas na UNDB Centro Universitário do Golden Shopping Calhau, na Avenida dos Holandeses.
A autoria do livro é do jornalista e escritor Diego Amorim, chefe de Redação de O Antagonista, que relatou a experiência de ter um filho durante as incertezas da pandemia do novo coronavírus. O prefácio é do ex-ministro do STF, Carlos Ayres Britto e elogiado pelo ex-ministro de Saúde, Henrique Mandetta.
Diego Amorim tem 36 anos e costuma dizer que é jornalista e leitor da vida. Nasceu em Teresina, mas mudou-se com a família para Brasília ainda pequeno. Atua como repórter na capital federal desde 2004. Acumula um punhado de prêmios e homenagens na carreira, como o Esso e o Líbero Badaró. É casado, tem duas enteadas e um filho. Atualmente, é chefe de redação do site O Antagonista e, quando encontra tempo, dá aulas sobre comunicação e catolicismo.
Um diário escrito de pai para filho, com relatos de cenas e sentimentos de uma família com o desafio extra de ter um recém-nascido em casa em plena pandemia. Não é exagero dizer que se trata de um documento histórico sobre como as famílias encararam este momento tão desafiador para toda a humanidade.
O próprio autor define assim a sua obra, convidando à leitura: “Este diário é um presente para o meu filho. Mas é um presente para mim e para você também. Com relatos iniciados na Páscoa de 2021, em meio ao avanço da pandemia e diante da expectativa da vacinação, abro as portas da minha casa para você.
Coloque a máscara, lave as mãos ou use o álcool em gel, mantenha certo distanciamento, mas pode entrar. A minha casa é também a sua. Os meus sentimentos são os seus. O meu cansaço é o seu. As minhas alegrias são as suas. Este diário une todo mundo que sabe que a vida vale a pena. Às vezes, é verdade, dói um bocado, os dias assustam, mas sempre, sempre vale a pena.”
O prefácio foi escrito pelo jurista e poeta Carlos Ayres Britto, ex-presidente do STF. Eis um trecho:
“Diego Amorim se desnuda ou se dá por completo em seu tão inato quanto exemplar humanismo. Revela o quanto de ‘Humano, demasiado humano’ (para lembrar Nietzsche) é preciso botar para fora nesses dramáticos momentos em que o destino da humanidade inteira transita por um fio de navalha, permito-me dizer. (…)
Extremamente preocupado com os malefícios da pandemia e sobre o que fazer para entendê-la tecnicamente e contribuir para o seu eficaz enfrentamento em perspectiva pessoal, familiar e coletiva, sobretudo. Com o que se dota de um tipo de coragem e de imaginação à moda Albert Einstein e Hannah Arendt, para quem ‘É preciso fazer das dificuldades oportunidades’.”

O que dizem sobre o livro

Luiz Henrique Mandetta, ex-ministro da Saúde: “Este livro do Diego Amorim retrata um momento no qual cada um se reinventou, sofreu, viveu intensamente o drama da humanidade. Diego retrata a sociedade brasileira, na busca pelo equilíbrio entre a informação verdadeira e o papel de pai, homem, cidadão e jornalista. Muito bom”.
Diogo Mainardi, jornalista e autor de A Queda: “A paternidade é a única maneira de sabotar a morte. A espécie já estaria extinta se não fosse assim. Diego Amorim, no diário que escreveu para seu filho, recém-nascido quando estourou a Covid, também fez isso: ele impediu a entrada da morte. Leia este livro. É um cordão sanitário contra a barbárie”.
Margareth Dalcolmo, da Fiocruz: “A leitura desses dias aqui narrados nos remete a tantas outras leituras e registros de nossa própria memória, desde os mais remotos, e nos instiga a ler o próximo dia de Diego e seu filho, com a gula que estimula a melhor esperança”.

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