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Ministério desliga cerca de 500 terceirizados do Esporte e coloca gestão de projetos em risco

O Ministério da Cidadania, ao qual está vinculado a Secretaria Especial do Esporte, desligou na última sexta-feira um total de 524 funcionários terceirizados que trabalhavam na pasta. O efetivo representava quase dois terços do total de funcionários da secretaria, responsável por gerir a Política Nacional do Esporte no país.

A informação foi veiculada anteriormente pelo portal UOL e confirmada pelo Ge. Nem todos os 524 atuavam no Esporte – alguns haviam sido deslocados para outras funções do Ministério da Cidadania quando o Ministério do Esporte foi extinto, no início do Governo Bolsonaro.

Os terceirizados foram desligados após o fim do contrato entre o extinto Ministério do Esporte e a empresa Brasfort Administração e Serviços Ltda, assinado em 2015 e que era renovado anualmente com valor estimado em cerca de R$ 35 milhões por ano. Como em 2020 o contrato atingiu o limite máximo de duração (60 meses, ou 5 anos), foi encerrado.

A demissão em massa coloca em risco vários projetos da Secretaria Especial do Esporte. A área que cuida do Bolsa Atleta, por exemplo, perdeu 16 do total de 18 funcionários. Sem eles, existe o temor de que a gestão do programa fique inviável até a contratação de novo efetivo.

Outra grande baixa veio no Departamento de Incentivo e Fomento ao Esporte (DIFE), responsável por avaliar auxílio a projetos sociais e fazer análise de prestação de contas dos mesmos. Na área, 42 pessoas do total de 50 foram desligadas na última sexta.

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