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Notinhas Rápidas

Braide no PSB

A entrada do deputado Fernando Braide no PSB acabou gerando muitas especulações. Hoje o partido, comandado pela senadora Ana Paula Lobato, faz parte da oposição ao governo Carlos Brandão e está alinhado ao projeto da candidatura do vice-governador Felipe Camarão(PT) de disputar o Palácio dos Leões. Fernando, apesar de trabalhar pela candidatura do irmão, Eduardo Braide, ao governo, integra na Assembleia a turma oposicionista. Caso Camarão não consiga ter o apoio do PT para a sua candidatura, o caminho natural do PSB é marchar com o prefeito da capital, caso este decida disputar o governo. Ou seja, pelo menos por enquanto, Fernando está em um partido que pode fazer parte da coligação de apoio ao irmão.

Estratégia

Independente do caminho que o PSB tomar(ficar com Camarão ou Braide), o blog do John Cutrim apurou que Fernando deve concorrer ao mandato de deputado federal é pelo PSD. Sua filiação temporária no PSB seria para participar do bloco oposicionista na Assembleia e participar de comissões técnicas. Com Fernando e mais os deputados Othelino Neto e Leandro Bello que entraram, o PSB no bloco com o PCdoB somaria 11 deputados, garantindo vagas nas comissões. Se entrasse no PSD agora, Fernando poderia ficar isolado já que o partido na Assembleia é formado de deputados da base brandonista.

Iracema

Após a expulsão do deputado Edson Araújo, o PSB decidiu pela saída de mais seis parlamentares: Adelmo Soares, Andreia Rezende, Antônio Pereira, Daniella, Davi Brandão e Florêncio Neto. Apesar de também serem da base de apoio ao governador Carlos Brandão, o partido não expulsou a deputada Iracema Vale(presidente da Assembleia) e os deputados Ariston e Francisco Nagib. No caso de Iracema, foi uma decisão política e ela terá que esperar até a janela entre março e começo de abril para se filiar ao PT, MDB ou outra legenda para disputar as eleições.

Nova composição do gabinete de Dino

O ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Flávio Dino, anunciou mudanças em seu gabinete, com a saída e a chegada de magistrados auxiliares. Em manifestação pública, Dino agradeceu aos juízes Anderson Sobral e Holídice Barros, ambos do Maranhão, e Américo Bedê Júnior (ES), que deixam a equipe a pedido, após, segundo ele, um trabalho exemplar. Permanece no gabinete a juíza maranhense Amanda Thomé, destacada pelo ministro pelo compromisso e competência.

Novos membros

Segundo Flávio Dino, o trabalho conjunto dos magistrados auxiliares e da assessoria, chefiada por Larissa Abdalla e Rafaela Vidigal, resultou na prolação de cerca de 7.700 decisões ao longo de 2025. O ministro também anunciou a chegada da juíza Camila Murara (SC) e dos juízes Bruno Leal (RO) e Marllon Sousa (GO), reforçando o gabinete e mantendo o ritmo de produtividade no STF.

‘Derrubar metade do Congresso’

Os empresários Mohamad Hussein Mourad, o ‘Primo’, e Roberto Augusto Leme da Silva, o ‘Beto Louco’ – os alvos mais importantes da Operação Carbono Oculto, que pegou o ‘andar de cima’ do PCC na Faria Lima – negociam acordo de delação premiada com o Ministério Público de São Paulo. As conversas são entabuladas com promotores que combatem o crime organizado. O Estadão apurou junto a emissários de ‘Beto’ e ‘Primo’ – ambos estão foragidos – que eles teriam informações explosivas, suficientes para ‘derrubar metade do Congresso’. “É coisa de mais de meio bilhão de reais em propinas a parlamentares e autoridades.”

Provas?

Alegam ter em mãos uma coleção de mensagens de WhatsApp que indicam encontros pessoais ou com ‘laranjas’ para entrega de propinas, pagas em troca de ‘alívio’ para o setor de combustíveis, explorado por eles via uma colossal rede de postos do crime organizado. “Chegaremos não só a empresários e empresas, mas a agentes públicos e eventualmente até políticos”, declarou, em nota, o procurador-geral de Justiça, Paulo Sérgio de Oliveira e Costa. A estimativa é que braços do PCC tenham movimentado R$ 52 bilhões no período investigado, blindando os recursos por meio de 40 fundos de investimentos.

‘Impacientes’

O Estadão apurou que ‘Beto Louco’ e ‘Primo’ estão ‘impacientes’. O acordo seria importante para eles tentarem se livrar de eventuais condenações por fraudes, sonegação, crimes tributários e organização criminosa. Mas suspeitam que autoridades de outras instâncias, especialmente em Brasília, não querem ouvir suas revelações. “Já foram oferecidos anexos com relatos detalhados, mas até agora sentaram em cima em Brasília”, diz um interlocutor dos empresários foragidos. “É inacreditável, depois de tudo o que o País passou na Lava Jato, a operação que pôs abaixo um esquema fenomenal de corrupção e cartel na Petrobrás, e nada mudou. O que mudou foram os players, a corrupção mudou de mãos, não é mais dos empreiteiros, agora é de quem pegar.”

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