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Texto do Lusival Gaspar, publicado na PG do dia 14/08/22

MULHER VIRTUOSA (3)
“Mulher virtuosa, quem a achará? […]. O coração do seu marido confia nela […]. Ela lhe faz bem e não mal, todos os dias da sua vida.” (Provérbios 31.10,11,12)
Não basta ser uma mulher bem-sucedida profissionalmente, boa administradora dos interesses do lar, cuidadora dos filhos e adjutora exemplar. É necessário também que a mulher, para ser realmente virtuosa, contribua em grande medida para o progresso espiritual e emocional do marido, bem como para a elevação do seu conceito na sociedade.
Parece até um padrão inalcançável, utópico ou exclusivo de supermulheres. Pode parecer, mas esse é o modelo bíblico da mulher, esposa e mãe. Esse tipo de mulher é encontrado em lares nos quais há o temor do Senhor. Mulheres que temem a Deus obedecem a seus mandamentos e apartam-se do mal, são verdadeiramente felizes e levam felicidade ao lar.
Um dos pilares da boa relação com seu marido é a fidelidade, fenômeno determinante de que o coração dele confie nela. Como consequência dessa sábia decisão, “seu marido é estimado entre os juízes, quando se assenta com os anciãos da terra.” (Provérbios 31.23)
Fazer o bem ou o mal ao marido – como a qualquer outra pessoa – é uma decisão que toda mulher tem que tomar a cada instante. Porém, “ela lhe faz o bem, e não o mal, todos os dias de sua vida”. Por quê? Porque nela habita o Espírito Santo, que confere sabedoria a todos os que se deixam dirigir por Ele. Como efeito da direção do Espírito de Deus, a mulher virtuosa “fala com sabedoria, e a instrução da bondade está na sua língua.” (Provérbios 31.26)
Sem irrestrita submissão ao Todo-Poderoso, nenhuma mulher alcança esse elevado nível de santidade e perfeição. E sem a colaboração do homem, que com ela forma um só corpo e uma só carne, esse caminho se torna mais difícil de ser percorrido. Amemos nossa esposa de modo incondicional e sacrificial, como Cristo amou à igreja, dando a vida por ela (Efésios 5.25): a consequência será uma efetiva participação na formação do caráter irrepreensível da mulher.

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