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Texto do Pr. Ivan Moutinho, publicado na PG do dia 03/07/22

O ESFRIAMENTO DO AMOR
“- E, por se multiplicar a iniqüidade, o amor de muitos esfriará. – Mas aquele que perseverar até ao fim será salvo. – E este evangelho do reino será pregado em todo o mundo, em testemunho a todas as nações, e então virá o fim. …” (Mateus 24:12-35)
Iniqüidade é aquilo que é contrário ao que é justo ou mais especificamente a ação ou coisa contrária à moral e a religião, antipatia, aversão, crueldade, desumanidade, perversidade, hostilidade, etc. Não se trata simplesmente sobre alguém ou coisa de caráter maligno, mas devemos entender que a iniqüidade do homem leva-o à oposição contra tudo o que seja legal ou moral, opondo-se às leis e estatutos do próprio Deus.
No sermão profético, Jesus diz que o amor de muitos esfriará. Então, podemos supor, de acordo com esta profecia, que, infelizmente, muitos participantes da igreja perderão a capacidade de manifestarem o verdadeiro amor cristão requerido por Jesus. Afinal, o amor é a marca identificadora da igreja de Cristo em um mundo escarnecedor. “- Não ameis o mundo, nem o que no mundo há. Se alguém ama o mundo, o amor do Pai não está nele.” (I João 2:15)
A hostilidade à Palavra de Deus, é publica e notória, e assim vemos iníquos de forma covarde e violenta atacando com ódio, aterrorizando as igrejas, e religiosos que professam a fé cristã rasgando em publico as páginas da bíblia sagrada, e com desprezo e antipatia chutando-a pelas calçadas da rua ou mesmo jogando-a em privadas. Será que esses mesmos fariam tal “desfeita” com o islamismo, com o Alcorão ou ofenderia ao profeta Maomé, como fazem com o cristianismo, a Bíblia e com Jesus? Certamente que não. São covardes e fracos que não temem a Deus nem conhecem o seu invencível e supremo amor. Coitados, dignos de pena.
O contexto do sermão de Jesus, traz advertências contra o engano que irá suceder antes do fim. Atualmente vivemos o tempo do princípio das dores, mas “… haverá grande aflição como nunca houve desde o princípio do mundo até agora, nem tampouco há de haver.”(v.21) Longe estamos de imaginar o que seja tal aflição pela qual ninguém antes passou no mundo. Será algo extraordinário, fora do comum e creio que somente a oração dos verdadeiros cristãos, tementes a Deus é que serão ouvidas. Assim como é impossível medir o amor de Deus, também é inimaginável a aflição que há de vir.
Os não enganados, perseveram na esperança da volta do Filho do Homem, sabendo que Ele virá e será visto no céu por todos “como o relâmpago que sai do oriente e se mostra até o ocidente” (v.27), aparecerá sobre as nuvens do céu, com poder e grande glória (v.30). Disse Jesus: “- O céu e a terra passarão, mas as minhas palavras não hão de passar.”, (v.35). Assim, somente o amor dos escolhidos não esfriará. Amém!
Pr. Ivan Moutinho – ibboavista – Timon – MA

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