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Texto do Norbert Lieth (chamada da meia noite) reproduzido na PG do Jornal Pequeno do dia 28/06/2020

A Divindade de Jesus

Norbert Lieth

Uma das declarações mais enfáticas sobre o que Jesus Cristo realmente é encontra-se em Colossenses 1.15-17: ele é “a imagem do Deus invisível, o primogênito sobre toda a criação, pois nele foram criadas todas as coisas nos céus e na terra, as visíveis e as invisíveis, sejam tronos sejam soberanias, poderes ou autoridades; todas as coisas foram criadas por ele e para ele. Ele é antes de todas as coisas, e nele tudo subsiste”.

Jesus Cristo não é apenas semelhante a Deus. Não, ele é “a imagem do Deus invisível”. Isso significa que ele é tudo o que representa Deus (ver Hebreus 1.3). Jesus é a revelação de Deus. Quem o vê, vê o Pai. Ele e o Pai são plenamente um; ele está no Pai assim como o Pai está nele (João 10.30,37-38; 12.45; 14.7,9). Os judeus entenderam muito bem a reivindicação de Jesus de ser Deus. Este, afinal, foi o motivo pelo qual quiseram matá-lo: “Responderam os judeus: ‘Não vamos apedrejá-lo por nenhuma boa obra, mas pela blasfêmia, porque você é um simples homem e se apresenta como Deus” (João 10.33).

Em Colossenses 1.15-17, o Senhor Jesus não é apresentado como criatura, mas como Criador. Apocalipse 3.14 apresenta-o como “a origem da criação de Deus”. Isso não significa de modo nenhum que Jesus seja o primeiro que Deus criou, mas que nele tudo o que foi criado se iniciou.

Além disso, constata-se que Jesus tem a absoluta precedência em tudo (tanto no mundo visível como no invisível). A ele foi dado todo o poder sobre toda soberania e todo domínio nos céus e na terra (Mateus 28.18). Jesus também precede tudo no que se refere à adoração, ao alvo de toda a história sagrada. Jesus não poderia ter essa precedência se não fosse verdadeiramente Deus.

Seleciono aqui duas referências bíblicas dentre a multidão delas que falam claramente da divindade de Jesus: “‘Eu sou o Alfa e o Ômega’, diz o Senhor Deus, ‘o que é, o que era e o que há de vir, o Todo-poderoso’” (Apocalipse 1.8). Aquele que virá é identificado aqui como o Deus Todo-poderoso; e quem virá é Jesus, o Senhor. Depois, Hebreus 1.7-8: “Quanto aos anjos, ele diz: ‘Ele faz dos seus anjos ventos, e dos seus servos, clarões reluzentes’. Mas a respeito do Filho, diz: ‘O teu trono, ó Deus, subsiste para todo o sempre; cetro de equidade é o cetro do teu Reino’”. Aqui Deus fala do Filho como Deus, e sobre o seu trono divino.

Precisamos ter convicção do fato da divindade de Jesus; caso contrário, toda a fé cristã será equivocada e insignificante. Quem desvalorizar a divindade de Jesus, desvaloriza o princípio da salvação.

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