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Programa Super Pop, da Rede TV, grava matéria em São Luís e destaca São João

Os atrativos turísticos de São Luís receberão destaque em rede nacional através de matéria especial veiculada no Programa Super Pop, comandado pela apresentadora Luciana Gimenez. Após exibição ao vivo do Arraial Oficial da Prefeitura “Vem Pra cá, Brasil” no Fantástico, da Rede Globo, será a vez da Rede TV mostrar porque o São João ludovicense é considerado o mais envolvente do Brasil.

Durante três dias, 11 pessoas, entre repórter, produção e câmeras da televisão paulista e técnicos da Setur, visitarão pontos da cidade, conhecendo o que há de mais animado na capital maranhense. A Secretaria Municipal de Turismo (Setur) preparou uma programação diversificada, onde vários atrativos serão contemplados, como visitas ao Centro Histórico, praias, restaurantes com comidas típicas e monumentos.

“Temos uma programação voltada especialmente aos profissionais da Rede TV, que têm grande audiência no Maranhão. Esperamos que eles gostem e transmitam fielmente o que um turista sente ao visitar São Luís, além de conhecer nosso São João, sem dúvida, um dos mais ricos do Brasil”, disse o secretário municipal de Turismo, Liviomar Macatrão.

A equipe da Rede TV chegou à cidade nesta quinta-feira (23) e ficará até o sábado (25). Está sendo ciceroneada por uma equipe da TV São Luís e por técnicos e guias da Setur. A equipe visitará o Arraial Oficial da Prefeitura “Vem pra cá, Brasil”, instalado na Praça Maria Aragão.

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3 respostas para “Programa Super Pop, da Rede TV, grava matéria em São Luís e destaca São João”

  1. Dom Cosme ... disse:

    O Bumba (meu) Boi da Baixada é cultura pura e sem retoque!
    A Baixada Ocidental Maranhense se caracteriza como sendo o berço de alguns traços culturais que o tempo _mesmo em tempos de mudanças_ não conseguiu acabar. As nossas raízes culturais tiveram origem no cruzamento de raças das crenças e de costumes autóctones que sobreviveram ao enfoque pragmático imposto pela religião ou pelos saberes trazidos e introduzidos em nossas terras. Cultura é o acostumamento que um povo faz de seu modo de vida , e por vezes colhidas noutras fontes , que em vez de desvirtuar a cultura nativa se fincam definitivamente no cotidiano e na memória de dessa gente, as vezes modificando-as , as vezes permanece praticamente primitiva,mesmo recebendo influencia diversas. O “Bumba-Meu-Boi da Baixada” Ocidental Maranhense se caracteriza como manifestação primitiva , mesmo nos dias atuais, a despeito da modernidade; daí a sua beleza. O Bumba _Meu _Boi , assim como as festa do “Divino_ e sua variante profana o Bambaê, ou Baile de Caixa como também é conhecido _o Baile de São Gonçalo, o Tambô_de_ Criola,_nas versões Santiago e Carreirão _ assim como as festas devocionais, fornecem elementos significativos para compreensão antropológica de nossa raízes. Deixando esse pormenores para profissionais especializados nesse ramo de conhecimento humano, adentro-me apenas no elemento cultural de maior valor por seu relacionamento direto do povo e sua linguagem espontânea cravadas de erros gramaticais , mas rica em poesia com a qual o homem simples do interior faz do seu folclore um ato de estrita devoção ao seu santo padroeiro, e aproveita para se divertir. São João , são Pedro e são Maçal forma a tríade de personagens com as quais o caboclo sai do anonimato e se torna o personagem central de uma das mais belas manifestações coletivo-cultural , numa simbiose perfeita com as mais diferentes religiões aqui existentes.O Bumba-Meu-Boi, é religiosidade e profanidade ao mesmo tempo, nela se associam os mais diversos elementos da cultura de três grandes povos e de três continentes: O Ameríndio,Europeu e Africano.Foi dessa fusão espontânea que surgiram as mais variadas formas de culto e de folguedos com os quais a gente simples do interior se manifestava devocionalmente com seus entes espirituais. Ninguém sabe ao certo, quando surgiu o Bumba-meu-boi,qual sua origem, muito menos quando a Baixada Ocidental Maranhense se tornou o pólo irradiador desse folguedo sincrético religioso, que se tornaria referência no estado.Querer transformar um espetáculo primitivo num evento mercadológico , tirar a roupagem mítica trocando-as por demonstrações estéticas ,é desmerecer a nossa origem … O Bumba-Meu-Boi sobreviveu até os dias de hoje resistindo ao apelo econômico e mídico, mas sobreviveu pela beleza exótica de seus personagens, as toadas de seus cantadores, e pelos passes coreográfica de seus personagens. _Verdade sem lenda, o que se sabe é que o negro e o índio brasileiro sofriam discriminações e censura por não praticar a religião dos europeus e em especial o catolicismo portugueses . Sendo o continente africano o berço de muitas religiões e a despeito das tentativas de suprimi-las , estas por sua vez resistiram e adquiriram novas formas , miscigenando-se , adaptando-se a crenças que nem sequer tinham quaisquer relação, quer cultural ou no convívio de suas divindades.Supostamente o folguedo do “Boi” foi introduzido em nossas terras por emigrantes Açorianos de origem continental africana e assim como o candomblé , após essa miscigenação adquiriram força tornando-se elemento paisagístico de nossa mais pura manifestação cultural. Assim o Bumba-meu-boi do Maranhão se espalhou rapidamente, por todo o interior de seu território, ganhando as nuances com as quais se reveste e se apresenta até os dias de hoje.A diferença fundamental entre os vários estilos e características dos Bumbas-Meu-boi da Ilha de são Luis e de vários outros lugares, está no estilo em que cada grupo dessa festa se formou, ou como ela se reveste para se mostrar com autêntica representante desse seguimento. A grande, talvez a mais marcante de todas elas, nem seja as caprichosa estilizações que se dá, tanto nas roupagens, como nos instrumentos musicais, nas propostas e até mesmo nas toadas (versos de cantadores e cantadeiras devotos e devotas de São João. Os ritmos e proposta que se faz hoje em Axixá, Morros e mesmo em São Luis , é de uma pobreza pujante de elementos culturais, ela só se viabiliza pelo lado econômico , pelo lado Turístico arrecadador, igualzinho o que se faz em Parintins no Amazonas.Se essa é a proposta , eu me rendo, mas se se quer a conservação de nossos apegos à tradição mais elementares ,ai caio por terra toda argumentação de traição cultural. Os bois de Parintins, de Axixá e Morros mais parecem desfile de escolas de Samba, descaracterizações fragrante da cultura popular. Por apresentar elementos estranhos aos de sua origem o que transparece é que aos seus organizadores o interessa é que esse locais se encham de turistas gastadores, como acontece no Boiódromo de Parintins, Sambódromos de São Paulo e Rios de Janeiro e trios elétricos da Bahia.
    O Bumbas-Meu-boi –indevidamente denominado de RITMO DO PINDARÉ (boi do Pindaré) visto que esse cognome foi dado em virtude “COXUNHOUM DOS MAIORES NOMES desse GÊNERO CULTURAL” ter vivido e gravado um disco patrocinado pelo falecido deputado estadual Nagib Haickel, uma vês que o próprio CANTADOR(isso mesmo cantador e não cantor como alguns indevidamente denomina-os) é filho munícipe de Vitória do Mearim _ continua com a sua autenticidade histórica , seus enredos suas toadas seu batuque sua gente simples, assim como simples são as vestimentas e indumentárias. Relevante neste caso é a fé religiosa dos homens, das mulheres e em seus Santos devocionais… Quando ouço os catadores de Bumba-Meu-Boi da Ilha se digladiando, como se ali fosse, ou seja, uma rinha de galos eu fico triste porque a cultura perde muito em seus efeitos… Para mim a manutenção da primitividade cultural tem que ser mantida . A importância do Bumba-meu-boi da baixada maranhense, em se conservando intacta será daqui a bem pouco tempo vista segundo os olhos da “Antropologia “Cultural” como foco de resistência às tentações mercadológicas e servirá como base para teses da mesma antropológica, para que se conheçam nossas crenças, nossos saberes e nossa condição sócio-evolutiva
    Se a “Antropologia Cultural” se preocupa em estudar o ato biológico das sociedades, se ela encontra subsídios na arqueologia e na lingüística o “Bumbas-Meu-boi da baixada Ocidental Maranhense será um importante veículo para que nossas tradições permaneçam vivas e primitivas, abstendo-se de ser confundida com coisa que se compra ou que se venda.

    Monção-Ma ,24 de junho de 2011
    Prof. Antonio Freitas Muniz

  2. joao filho disse:

    veja a cara de espanto da ministra Maria do Rosário, nessas horas a ministra já comentou o assunto com a presidenta.Que constrangimento!

  3. ric disse:

    Em menos de 1 minuto você estará assistindo TV a Cabo de graça em seu PC
    http://www.tvdigitalnopc.com.br

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