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População de São Luís tem aumento de 15,4 mil pessoas em 8 meses

POR OSWALDO VIVIANI (JP)

A cidade de São Luís teve sua população aumentada em 15.486 pessoas, entre novembro de 2010 e junho deste ano, segundo dados divulgados hoje (31) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). O Censo do ano passado – cuja coleta de dados terminou em 31 de outubro – mostrou a capital maranhense com população de 1.011.943 pessoas. Os números divulgados hoje apontam São Luís com 1.027.429 habitantes.

A capital do Maranhão já abriga 1.027.429 habitantes

A população de Imperatriz – segunda maior cidade do Maranhão – também cresceu: passou de 247.553 em 2010 para 248.805 este ano (aumento de 1.252 habitantes).

São José de Ribamar, município que faz parte da Grande Ilha (região metropolitana) passou de 162.925 habitantes no ano passado para 165.418 agora (aumento de 2.493 pessoas).

Outros municípios que fazem parte do ranking dos dez mais populosos do Maranhão também apresentaram crescimento de habitantes nos oito meses pesquisados pelo IBGE: Timon (de 155.396 para 157.438), Caxias (155.202 para 156.327), Codó (118.072 para 118.567), Paço do Lumiar (104.881 para 107.764), Açailândia (104.013 para 105.254), Bacabal (99.960 para 100.614) e Balsas (83.537 para 85.321). Veja a população atualizada de todos os 5.565 municípios brasileiros no portal www.ibge.gov.br

Brasil – A população brasileira cresceu 1,6 milhão de pessoas em oito meses (novembro de 2010 a junho de 2011), de acordo com a estimativa divulgada hoje pelo IBGE.

No final de junho, segundo o instituto, a população somada dos 5.565 municípios atingiu 192.376.496 habitantes, contra 190.755.799 em 2010.

A tabela com os dados de todas as cidades foram publicados na edição de ontem (31) do Diário Oficial da União, e obedece determinação de leis federais, que prevêem uma divulgação anual.

As estimativas populacionais também são fundamentais para o cálculo de indicadores socioeconômicos nos períodos entre Censos, e é um dos parâmetros usados pelo TCU (Tribunal de Contas da União) na distribuição do Fundo de Participação de estados e municípios.

Representantes de governos e prefeituras têm até 20 dias para apresentar reclamação sobre os dados ao IBGE, que decide os casos e encaminha os números finais para o TCU até o fim de outubro.

Entre as cidades, São Paulo continua sendo a mais populosa, com 11,3 milhões de habitantes, seguida pelo Rio (6,4 milhões), Salvador (2,7 milhões), Brasília (2,6 milhões) e Fortaleza (2,5 milhões). Os 15 municípios mais populosos somam 40,5 milhões de habitantes, representando 21% da população.

O conjunto das 27 capitais concentra 23,8% da população, participação semelhante à do ano 2000. Segundo o IBGE, “isso mostra que o dinamismo populacional do Brasil está seguindo novas rotas, particularmente rumo ao interior e se manifestando nos municípios de porte médio, especialmente aqueles com população entre 100 mil e 200 mil habitantes”.

Entre esses municípios, destacam-se aqueles cujas economias estão voltadas para o agronegócio, para as atividades petrolíferas e os que demandam mão de obra para a construção civil.

Fora das capitais, os municípios mais populosos são Guarulhos (1,2 milhão) e Campinas (1,1 milhão), em São Paulo, e São Gonçalo (1 milhão), Duque de Caxias (861,2 mil) e Nova Iguaçu (799,0 mil), no Rio.

Das seis cidades que em 2000 tinham menos de mil habitantes, somente Borá (806 habitantes), em São Paulo, e Serra da Saudade (811 habitantes), em Minas, continuam nessa situação neste ano. (Com Folha Online)

OS 10 MUNICÍPIOS MAIS POPULOSOS DO MA (2010)

1 São Luís (1.011.943 habitantes)

2 Imperatriz (247.553)

3 São José de Ribamar (162.925)

4 Timon (155.396)

5 Caxias (155.202)

6 Codó (118.072)

7 Paço do Lumiar (104.881)

8 Açailândia (104.013)

9 Bacabal (99.960)

10 Balsas (83.537)

OS 10 MUNICÍPIOS MAIS POPULOSOS DO MA (1º julho de 2011)

1 São Luís (1.027.429)

2 Imperatriz (248.805)

3 São José de Ribamar (165.418)

4 Timon (157.438)

5 Caxias (156.327)

6 Codó (118.567)

7 Paço do Lumiar (107.764)

8 Açailândia (105.254)

9 Bacabal (100.614)

10 Balsas (85.321)

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2 respostas para “População de São Luís tem aumento de 15,4 mil pessoas em 8 meses”

  1. movimento democrata livre de são luis, e outros disse:

    meu caro john, vc já viu quantas novas ocupações estão surgindo em São Luis, na Raposa, no Paço, e em Ribamar ? para os preffeitos é bom que isto aconteça porque mais recursos do FPM e FPM Especial abarrotarão os cofres dessas prefeituras. Infelizmente esse aumento de recursos não servirá para beneficiá na mesma proporção esses novos seguimentos da municipalidade, que continuarão sem qualquer infraestrutura, aumentando inclusive as estatisticas da Funasa. O êxodo rural neste estado, é ou não uma realidade que está diretamente ligada ao desemprego, e as consequencias geradas pela pobreza e a miséria, no caso do alcolismo e das drogas ilicitas ?

  2. BENIGNO disse:

    A SÍNDROME DA SUPERPOLUÇÃO. Em Gênesis: 9:7 Deus ordena: “Mas vós frutificai, e triplicai-vos; povoai abundantemente a terra, e multiplicai-vos nela”. Seguir esta ordem divina seria um suicídio coletivo, gente se afogando em gente. SAIBAM O PORQUÊ:

    A explosão demográfica é, sem dúvida, a causa de quase todas as mazelas modernas. Cada indivíduo que nasce, constitui um multiplicador de problemas em potencial.
    O fenômeno da superpopulação traz, inevitavelmente, a sociedade competitiva. Na sociedade competitiva, o homem passa a enfrentar o seu semelhante como um inimigo, embora, quase sempre, não-declarado. Para derrotar o competidor, consciente ou inconscientemente, o ser humano incorpora o seu mais extremo recurso: a lei que revoga as demais, a lei da sobrevivência. Não a lei da sobrevivência instintiva, mas aquela calculada, arrivista. Nesse estágio, os inversos de valores, como: moral, solidariedade e sinceridade tornam-se armas diabólicas da estratégia interpessoal. Passa-se a conviver, então, numa sociedade pandemônica, algo pior que a sociedade de lobos preconizada por Plauto; quem dera fosse, pelo menos, lobos não raciocinam!
    A multidão serve também como camuflagem (mimetismo) para muitas pessoas se despersonalizarem, corromperem-se……na quase certeza de que passarão despercebidas. Outras assim procedem para chamar a atenção, pois à medida que aumenta a população, mais um elemento se sente diminuto, anônimo. E há até aqueles que se entorpecem; como a buscar um condicionamento psicológico capaz de ajustá-los às adversidades cotidianas.
    À proporção que a superfície terrestre vai sendo povoada, sobra menos solo cultivável. A agropecuária dispõe, paradoxalmente, de menor espaço para produzir alimentos para um maior número de consumidores. Então, recorre-se ao “milagre da química”. A fim de conciliar a ganância de quem produz à necessidade de quem consome, aplica-se o fertilizante, a herbicida, o transgênico, a clonagem etc. Tudo isso tem como decantador ou despejo final, o corpo humano, constantemente bombardeado. Surgem as moléstias; enfermidades cuja proliferação mais rápida e resistente será propiciada pela grande concentração de organismos fragilizados, coabitantes de um ecossistema cada vez mais insalubre.
    Face ao aquecimento ascendente do planeta, é fácil prevê que o primeiro morticínio global será causado por fome. A cada grau Celcius que aumenta, centenas de espécies vão desaparecendo e, paripasso a essas extinções, a cadeia dos três reinos também se desarmoniza. Como 90% do que comemos provém direta ou indiretamente de vegetais, inclusive as rações de animais dos quais nos alimentamos; quando o calor for suficiente para eliminar os micro-organismos decompositores, responsáveis pelo processamento do adubo, as plantas deixarão de ser cultivadas pelo método tradicional. E aí não teremos mais grãos, sementes, raízes, folhas etc.
    A indústria, por seu turno, na tentativa de responder à demanda e competir com a concorrente, automatiza-se, robotiza-se. Tal processo implica a troca do trabalhador pela máquina, sinônimo de desemprego e desespero. Sobretudo no mundo globalizado. Um chinesinho que acabou de nascer, pode prejudicar a qualidade de vida dum brasileirinho aqui. A China é uma nação onde a economia ainda não abraçou o dogma do capitalismo ocidental. O trabalhador chinês vende sua mão-de-obra numa escala depreciada, por conseguinte, seus produtos comerciais são processados a baixo custo. Desse modo, é mais vantajoso, para um empresário brasileiro, importar bugigangas chinesas do que comprar artigos da indústria nacional, embora esta segunda opção significasse a inclusão de trabalhadores brasileiros no setor produtivo.
    Em meio à tanta tribulação, o tecido social se esgarça, levando as pessoas ao estado de niilismo: “não nos resta mais nada, estamos às vésperas do fim”. Esse tipo de sensação desperta no homem uma gana voraz por lograr e estocar tudo, antes que alguém chegue primeiro.
    E todos passam a pensar e agir assim; o individualismo e a desconfiança recíproca se exacerbam. Segundando esta afirmativa, a Fundação Getúlio Vargas, em recente pesquisa, constatou que os países mais populosos são mais corruptos, não somente em quantidade, mas em percentagem também.
    Por essa busca enlouquecida, a princípio, aquela que acaba pagando mais caro é a natureza, a qual, degradada, “vinga-se” do homem. Isso justifica a preocupação do chefe do Programa Ambiental da Organização das Nações Unidas, Klaus Toepfer, manifesta durante sua visita em Sidney-Austrália. Referindo-se à China, disse Toepfer: “Quadruplicar o PIB de uma país de 1,3 bilhões de habitantes, imaginem a catástrofe ambiental que tal ambição possa trazer à vida na terra!”
    Claro que um freio abrupto na densidade demográfica, mundial, é algo que beira às raias da utopia. Mesmo porque, hoje, o número de habitantes de um país virou trunfo das negociações internacionais. Basta espelhar-se pelo mau exemplo da China: seu governo tem violado os direitos humanos sistematicamente, nem assim, as potências capitalistas (as detentoras do poder terráqueo) adotam retaliações contra o governo de Pequim. No mundo capitalista, quem manda são os megaempreendimentos: empresas, bancos, indústrias etc. Qual país capitalista gostaria de perder um mercado consumidor com o volume do chinês? George Bush, em recente pronunciamento, declarou que a Índia já merece um lugar no Conselho de Segurança da ONU, porque o país já conta com uma massa populacional próximo a um bilhão de habitantes. No plano interno, também não é diferente: os governantes, à exceção dos chineses, nenhum esboça o interesse de controlar a taxa de natalidade. Pois, para os empresários (legítimos financiadores do poder eleito), quanto maior a população, maior o número de consumidores em potencial. É compromisso desses homens de negócios, estimular a multiplicação de objetos de lucro/produção (consumidores/trabalhadores), a fim de que seus empreendimentos se perpetuem crescentes, postumamente, sob as rédeas dos seus descendentes. Enquanto isso, àqueles que sonham com um mundo racionalmente povoado, restam-lhes os mecanismos de controle natural das populações: epidemias, tsunamis, terremotos etc.
    Contudo, se ainda existe alguém comprometido com a posteridade, que decrete logo um rígido controle na taxa de natalidade, antes que o planeta entre em colapso. Ou antes mesmo que, ao invés de chorar, um homem passe a comemorar a morte de um semelhante seu, por ter-se livrado de mais um concorrente. A SUPERPOPULAÇÃO MORRERÁ DO SEU PRÓPRIO EXCREMENTO!

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