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Paciente do Maranhão com possível variante indiana é monitorado pela Anvisa e SES

A Agência Nacional de Vigilância Sanitária notificou a Secretaria de Saúde do Maranhão sobre tripulante indiano do navio “MV SHANDONG DA ZHI”, que deu entrada em hospital da rede privada de São Luís com sintomas da Covid-19.

“Nossas equipes acompanham o caso, sob coordenação da ANVISA”, afirmou o secretário Carlos Lula.

Exames estão sendo realizados nos outros tripulantes do navio, que estão isolados em quarentena.

No Brasil, a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) recomendou ao governo federal que restringisse voos vindos da Índia para conter a chegada da nova cepa, a B.1.617.2, aparentemente mais transmissível que outras variantes.

Ainda há muitas incertezas sobre quão mais transmissível é a B.1.617.2 em comparação com a variante britânica e outras cepas, como a da África do Sul e a de Manaus, apelidada de P.1.

A OMS classificou B.1.617 como uma variante de preocupação. Um rótulo de “variante preocupante” indica que a variante identificada pode mostrar, entre outros indicadores, evidência de transmissibilidade ou gravidade aumentadas.

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2 respostas para “Paciente do Maranhão com possível variante indiana é monitorado pela Anvisa e SES”

  1. Aston Beckman disse:

    Quando dois times de potencial equiparado estão jogando: se a equipe “A” faz um gol irregular e o árbitro o confirma. Para um torcedor apaixonado, o seu time apenas tomou um tento roubado. O fanático não é capaz de perceber as descompensações intercorrentes, que tiveram como causa aquele “erro” da arbitragem.
    Dentro das quatro linhas: autoconfiante, o time “A” terá maior domínio do jogo; a equipe “B”, por sua vez, com os nervos à flor da pele, sensação de injustiçado, seus jogadores tornam-se mais agressivos entre si e para com os adversários – aumentando o risco de serem punidos pelo próprio juiz algoz.
    Na platéia: os ânimos entre as duas torcidas se exacerbam, o número de bagulhos atirados pra dentro de campo se multiplicam, a mãe do árbitro se contorce no túmulo…… Uma enorme labareda, deflagrada a partir de uma minúscula faísca.
    Atualmente, estima-se que metade das mortes por Covid-19, no Brasil, poderia ter sido poupada; se não fossem as sabotagens de Bolsonaro contra as medidas preventivas e, principalmente, à aquisição de vacinas.
    E cumpre ressaltar que, a repercussão de uma tragédia dessa envergadura, não se dá de forma linear, não! Então, deve-se considerar as suas consequências exponenciais, nas pessoas e setores que não foram atingidos fisiologicamente pela praga: depressão, suicídio, perda nos negócios etc. Mais uma vez as vítimas por superveniência, ou seja: se 200 mil mortes causam um pavor coletivo estimado em N, não espere que 400 óbitos provoquem um pavor dobrado, 2xN. Tal fenômeno é imensurável, logo, não pode ser matematicamente determinado.
    MORAL DA HISTÓRIA: dependendo da posição que ocupamos, nossos erros e acertos abrem um leque, cujo alcance é difícil de ser dimensionado..
    PS1: está projeção aplica-se também ao governo Lula e seus desatinos. Usei como figura o Bolsonaro, por ser ele o mandátario que está a nos propiciar o atual cenário distópico.
    PS2: há um provérbio, em latim, que diz mais ou menos assim: “São mais graves os crimes daqueles que detêm postos de autoridade”

  2. Aston Beckman disse:

    Durante a reportagem acerca desse suposto indiano, infectado com a variante de coronavírus, da sua pátria. Um repórter da TV Mirante, falou que o contagiado estaria aportado, em Cabo Verde – África do Sul. O letradete trocou as bolas:
    -Cidade do Cabo é uma das três capitais da África do Sul – e esta, por seu turno, é uma das nações do continente africano.
    -Cabo Verde corresponde a uma ex-colônia portuguesa, porquanto, lusófona, assim como o Brasil. É também um país da África.
    Aí, muitos se perguntam: por que esse indiano veio logo para o Brasil, exatamente, pro Maranhão? Conforme cogitação de muitos historiadores, quando partiu de Restelo-Lisboa com a sua esquadra, Pedro Álvares Cabral tinha como destino, a Índia, e não o inexistente, à época, o Brasil. Por isso, existe a especulação de que o nosso país não teria sido descoberto, mas “achado”
    PS: o título do informe não deixa claro se o paciente é indiano ou maranhense: “Paciente do Maranhão com possível variante indiana é monitorado pela Anvisa e SES”

    https://www.google.com/amp/s/super.abril.com.br/historia/descoberta-nao-surpreendeu-cabral/amp/

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