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Millôr critica lado literário de Sarney

O escritor, jornalista e humorista carioca Millôr Fernandes, um dos mais renomados do país, usou sua página no twitter para fazer um comentário sobre os escritos do presidente do Senado, José Sarney, que quando não está fazendo política, tem nas horas vagas o passatempo favorito se dedicar à literatura. Veja o que disse Millôr. “Há várias décadas Sarney escreve todos os dias. Espantoso, ainda não conseguiu preencher o espaço que há entre ele e a literatura”. Uma “obra-prima” a declaração do escritor.

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3 respostas para “Millôr critica lado literário de Sarney”

  1. o problema é a distancia entre ele, e quem escreve, ferreira gullar.

  2. HERASMO disse:

    FILUCA comemora! Lá na cidade de Pinheiro, a voz corrente é a de que, ao saber que fora convocado pelo TRE para depor no processo de cassação contra a Roseana governadora, seu ex-secretário e parente, Filadelfo Mendes Neto, mais conhecido pela alcunha de Filuca, fez o maior festaço.
    Acontece que o ex-prefeito e pai do deputado Vitor Mendes foi excretado da equipe de Roseana Sarney. Tudo porque, segundo se comenta, a governadora teria repassado R$ 10 milhões de reais a fim de que Filuca comprasse votos para ela, na Baixada Ocidental Maranhense. Coincidentemente, às vésperas da eleição a governador do estado, a mansão de Filuca, na Estrada de Pacas, sofrera um espetaculoso assalto. Já conhecendo a figura, desconfiada, Roseana enxotou Filuca de sua camarilha; e teria recomendado a sua cúpula da segurança pública para que envidasse todos os esforço pelo esclarecimento do fato criminoso ou simulado. A polícia já chegou a alguns dos personagens. Ao saber das revelações das investigações, a TV local de Filuca se antecipou comemorando o sucesso das descoberta, porém, omitiu-se a dizer se tratar de um pedido da governadora para desmascarar o próprio Filuca. E não um trabalho investigativo, onde Filuca seria a vítima de um assalto; da forma como ele tenta passar aos pinheirenses.
    Agora que Roseana vai precisar das mentiras de Filuca para escapar da cassação, Filuquinha ver nisso uma real possibilidade de se reconciliar com a ex-patroa e reintegrar o trem da alegria, do qual sempre foi passageiro, ou melhor, cobrador.

  3. BENIGNO disse:

    Maranhenses vivem de blefe? Tão jocosa quanto as graforreias de Zé Sarnê, foi a tentativa de um técnico e um professor do CEFET-MA, de produzirem uma geringonça capaz de gerar a própria energia consumida. Enfim, o homem realizaria uma de suas mais perseguidas façanhas: a construção de um motocontínuo, dotado de perpetuum mobile (movimento perene). A proeza seria conseguida graças à engenhosidade de duas roldanas engrenadas entre si.
    À época, o Oriente Médio, cuja sustentação está baseado no petróleo exportado, chegou a estremecer diante da triste constatação de não ter mais clientes para comprar seu combustível. No meio tecnocientífico, essa ideia de professor Pardal arrancou muitas galhofadas. Mas os entendidos éticos limitaram-se em justificar a inviabilidade do feito: pois ele esbarraria no “ciclo de Carnot”, que afirma aproximadamente assim: “energia que sai é menor que energia que entra”. Isto devido ás “perdas” da energia que se converte em outras formas ao passar pelo sistema. Nicolas Leonard Sadi Carnot foi um gênio francês morto por uma peste de cólera que assolou a Europa, ainda jovem.

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