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Marcelo Dino Fonseca de Castro e Costa

18/03/1998 – 14/02/2012

O sol não nasceu hoje para mim. Apenas uma longa noite, que vai durar para sempre. Meu amor maior do que tudo por Marcelo Dino.

Eu, Deane e Vinicius agradecemos as orações, as mensagens, o carinho. Agradecemos, especialmente, aos amigos de Marcelo.

Peço que todos continuem a orar pelo meu tão amado Marcelo Dino, que só semeou alegria por onde andou.

Flavio Dino, 43 anos, é presidente do Instituto Brasileiro de Turismo (Embratur), foi deputado federal e juiz federal

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5 respostas para “Marcelo Dino Fonseca de Castro e Costa”

  1. Francinaldo Morais disse:

    Advertências a Flávio Dino
    Não há dúvida que as horas de perda de entes queridos devem ser respeitadas. Deve-se, ainda, desconsiderar certos comentários, idéias ou expressões que uma pessoa vitimida pela perda familiar costuma produzir. Mas essa desconsideração é muito mais razoavel quando se trata de pessoa com pouca instrução ou sem formação intelectual e emocional capaz de interditar possíveis desabafos que fora de situações extremas não seriam emitidos.
    Se é assim, o que pensar das advertências do senhor Flávio Dino, feitas sobre a realidade de Brasilia-DF, em instantes de extrema tristeza pela perda prematura do filho menor, sobre os efeitos genocidas de esquemas politicos na saúde pública? Essas advertencias foram registradas pelo jornalista Ricardo Noblat.
    O primeiro pensamento que me ocorre é se além de Sarney — que entregou a saúde do Maranhão para Ricardo Murad –, o prefeito de Caxias-MA, Humberto Coutinho, que acumula as funções de proprietário de hospital e gestor público da saúde municipal, também estava presente no instante das advertências de Dino. Coutinho é o principal aliado de Dino e é apontado como o maior responsável por sua eleição a deputado federal.
    Tenho a sensação de que Dino foi acometido de uma cobrança ética fundamental que o acompanhará a vida toda e que somada a perda do filho criou o paroxismo que o fez emitir aquelas advertências que tanto servem para Agnelo, como para Sarney e Humberto.
    Naqueles instantes de dor, Dino olhou para o filho, olhou para Agnelo, para Sarney, lembrou de Humberto…mas olhou principalmente para o seu passado recente e o seu futuro.
    Uma conclusão a que se pode chegar é a de que Dino vai seguir assim, uma mente brilhante, um potencial humanista que aceita a lógica de se juntar a denunciados por esquemas politicos não só na saúde, mas na educação, na cultura, no esporte etc dos/nos municipios maranhenses, desde que esses agentes proporcionem sua chegada ao governo do Maranhão.
    Francinaldo Morais, professor de História, Caxias-MA.

    Capturaado de: http://www.senado.gov.br/senadores/notSenamidia.asp?

  2. LUCIRENE DE SOUSA LIMA disse:

    UMA DOR MUITO GRANDE PARA QUALQUER PAI ,PODE SER ELE RICO OU POBRE, DEPUTADO, PRESIDENTE, OU UM TRABALHADOR OU SEJA UM CIDADÃO NÃO IMPORTA A DOR É IGUAL.MAS Deus é pai e ele é quem decide nosso destino.

  3. Muitas vezes é pela dor que o Senhor Jesus nos chama para a razão da vida. Ela se volta para a eternidade e não para os fatos transitórios. Perdi uma pessoa jovem na família e comecei a me questionar sobre a existência de Deus. Hoje tenho certeza que reencontraremos os nossos entes que partiram e que a onisciência do Senhor Jesus permite o que é melhor para aqueles que O buscam. O democrático Deus se apresenta, desde que batam à sua porta. O mais importante neste mundo é a honra. Todos os que roubam os cofres públicos buscam avidamente por ela, mas em cadeiras de nobreza são chamados de corruptos e ladrões.Morrem sem um centavo no paletó mas com uma prestação de contas no Alto. Jesus voltará!

  4. Dilberto disse:

    Acho de uma cretinice atroz qualquer tipo de discussão política neste momento… O respeito à dor é um princípio básico de solidariedade humana! Que Deus conforte a família do querido professor Flávio Dino…

  5. joao pereira disse:

    Os insanos são assim, agressivos, não respeitam as pessoas, suas dores e angústias. Talvez por isso vão para uma sala de aula falar de suas idealizações, ali vivem seus sonhos, de um mundo que desejariam, mas que não são capazes de construir, não são capazes de acordar de suas meninices, de entender, como disse o saudoso Betinho, que, quem tem fome… quer comer agora … já ! Queria ver o rapaz acima fazer a revolução já, especialmente num Maranhão, onde meus amados conterrâneos não tem tido a competência política e histórica de fazê-lo sair da Idade Média, do Coronelismo, do Sarneysismo e outras merdas ….

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