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Maduro promete “arrebentar os dentes” de Bolsonaro

O presidente da Venezuela, Nicolás Maduro prometeu “arrebentar os dentes” de Jair Bolsonaro.

Em discurso para os milicianos chavistas, ele disse:

“Conheço os planos imperiais, conheço em detalhes os planos da oligarquia colombiana e de Jair Bolsonaro. Se eles se atreverem a atacar, vamos arrebentar seus dentes para que aprendam a respeitar a Força Armada Nacional Bolivariana e o povo de Bolívar.”

Ele disse também:

“Um grupo de terroristas, mercenários, desertores, traidores apoiados, financiado e amparado pelos governos de Jair Bolsonaro do Brasil e Iván Duque da Colômbia assaltaram um quartel no estado de Bolívar. Roubaram fuzis, lançadores de morteiros e mísseis estratégicos.

As tensões entre Maduro e Bolsonaro cresceram nas últimas semanas, quando um grupo de cinco militares que a Venezuela acusa de ser responsável por um ataque a um quartel do país iniciaram os trâmites para serem recebidos como refugiados em Roraima.

Em uma sanha assassina, mataram um jovem soldado de nossa Força Armada Nacional Bolivariana, que conseguiu capturar a maioria dos terroristas e recuperar 95% das armas roubadas. O resto foi levado para o Brasil, amparados pelo governo fascista de extrema-direita de Jair Bolsonaro.” O Antagonista

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Uma resposta para “Maduro promete “arrebentar os dentes” de Bolsonaro”

  1. Aston Beckman disse:

    Creio que hoje, muitos ex-servidores do INSS aposentados, estão sentindo-se uma merda. Sobretudo, aqueles que cultivam um certo orgulho por um dia terem servido esse Instituto.
    – Para tentar minimizar as pendências previdenciárias, que, atualmente, formam filas gigantes, em âmbito nacional; Bolsonaro preferiu convocar militares da reserva, a aproveitar os previdenciários inativos, desprezando, inclusive, o conhecimento específico que a categoria detém. Como se fosse uma retaliação, o presidente optou por fazer gastos adicionais, de tempo e dinheiro, para treinar uma classe que nada entende de Previdência Social: os militares, os seus comparsas fardados, pelos quais ele tem rasgado as leis a fim de privilegiá-los.
    Mais uma vez, o ex-capitão deixou fortes indícios, tratar-se mesmo de represália: quando anunciou contratar 7.000 militares, justamente, o número de presidenciários que pediram aposentadorias depois da posse dele. Uma forma de punir aqueles que deixaram o serviço público, por protesto ou medo das ameaças que vêm sendo destiladas pelo chefe da nação!

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