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Governo Bolsonaro fecha estatal de 46 anos no Maranhão

A Codomar (Companhia Docas do Maranhão), estatal de 46 anos, foi fechada pelo Ministério da Infraestrutura nesta quarta-feira (9). O encerramento definitivo das operações da empresa faz parte de um processo iniciado em janeiro de 2018 com o Programa Nacional de Desestatização.

Segundo a pasta, trata-se da primeira estatal oficialmente fechada no governo Bolsonaro e a ação vai economizar R$ 8,4 milhões aos cofres públicos.

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Uma resposta para “Governo Bolsonaro fecha estatal de 46 anos no Maranhão”

  1. Aston Beckman disse:

    Projeto aprovado na Câmara perdoa dívidas de R$ 1 bilhão de igrejas e aguarda sanção ou veto de Bolsonaro

    http://www.tribunadainternet.com.br/projeto-aprovado-na-camara-perdoa-dividas-de-r-1-bilhao-de-igrejas-e-aguarda-sancao-ou-veto-de-bolsonaro/

    Se o brasileiro não for masoquista, mas freguês de pancada se coaduna bem nele!
    Imaginem o sujeito que xinga, esperneia, estrebucha; tudo isso por causa de impostos, carestia, corrupção…… E esse mesmo lamuriento, atola-se cegamente numa dessas seitas “Capetalistas”, buscando a sua própria miseralização: daí o otário passa a exercer o papel das Denaides: virgens da mitologia grega, condenadas por Zeus a levarem a vida inteira, enchendo tonel sem fundo. O idiota converteu-se num pagador dízimos mensais, e ofertas diárias sem limite percentual. Com tal sacrifício objetiva pagar pela compra de uma ilusão: desprovida de forma, embalagem, certificado de garantia, data de validade e sem a certeza de posse.
    Neste momento, um crendeiro lê o presente comentário e zomba da minha cara: “E você Mané, que se diz arreligioso, e, doravante, vai pagar dízimos e ofertas por decreto-lei?” Quer dizer, graças à sacrossanta interferência do Jair Messias, céticos, ateus, budistas, umbandistas etc., poderão tem agora, nos seus bolsos de contribuintes, mais esse encargo para financiar a farra dos vendilhões do templo.
    COINCIDÊNCIA: nestes dias, que a igreja católica atingiu o auge do seu histórico de escândalos, no Brasil, devido aos desvios do padre Robson de Oliveira, essa medida benevolente foi encaixada, no Parlamento, porque quem poderia oferecer resistência a ela, está desmoralizado.

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