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Flávio Dino diz que é ficha limpa, não teme investigações e rebate denúncias de hospitais fechados: “não perco tempo com atitudes que pouco constroem”

O governador Flávio Dino disse que não teme investigações por possíveis irregularidades em contratos estabelecidos durante a pandemia do novo coronavírus. Segundo a coluna da Mônica Bergamo, na Folha de S.Paulo, a PGR (Procuradoria-Geral da República) está investigando a gestão de oito governadores, entre eles João Doria (PSDB-SP) e Wilson Witzel (PSC-RJ).

Nós não tememos nenhum tipo de investigação de quem quer que seja, porque nunca fizemos nada errado. Eu sou e continuarei a ser ficha limpa, depois de 31 anos de serviço público. Há infelizmente uma tentativa de manipulação política muito visível“, afirmou Dino em entrevista coletiva nesta sexta-feira (29).

O governador disse ser a favor de investigações legítimas, nos termos da lei. “Nós temos todo o interesse de mais uma vez obter um certificado de seriedade do nosso governo. Podem investigar o que quiserem, mas não aceitaremos nenhum tipo de investigação, nenhum tipo de perseguição, arbitrariedade”, declarou.

Flávio Dino também foi questionado sobre denúncias do senador Roberto Rocha (PSDB) de hospitais do estado fechados em São Mateus e Carolina.

Eu não costumo acompanhar essas supostas denúncias, eu realmente tenho muito trabalho a fazer, e muitos resultados. Então eu não perco tempo com certas atitudes que pouco constroem, e quem têm outros objetivos, de não colaborar com a saúde do povo do Maranhão. Eu não sei exatamente que denúncias são essas, ele [Roberto Rocha] ou qualquer um outro que formule perante o ministério público, tribunais, apresente que nós vamos prestar os esclarecimentos necessários. Todas as obras estão em andamento e algumas são concluídas mais rapidamente e outras não. A obra de Viana está em fase final, teria que examinar Carolina, São Mateus. É muito simples não fazer nada e ficar apenas vivendo de supostas denúncias“, rebateu Dino.

O governador anunciou que, nesta sexta-feira, sairá a íntegra da portaria editada pelo secretário Marcelo Tavares (Casa Civil) dizendo quais as atividades econômicas que estão autorizada a funcionar e com qual protocolo sanitário a partir da segunda-feira (1). “Há uma previsão em relação a outros setores econômicos até o dia 29 de junho. Estamos nessa metodologia sujeita à antecipação se os indicadores epidemiológicos permitirem, ou sujeita a postergação se os indicadores determinarem”, salientou.

Flávio Dino anunciou a abertura do serviço público na segunda-feira (1) e o atendimento presencial no dia 8 de junho. Quanto às escolas, o processo inicial de abertura das escolas será no dia 15 de junho começando da graduação e pós-graduação até chegar à educação infantil e ensino fundamental. “Estamos buscando o meio termo entre os extremos do fecha tudo eternamente e o libera tudo amanhã”, frisou.

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Uma resposta para “Flávio Dino diz que é ficha limpa, não teme investigações e rebate denúncias de hospitais fechados: “não perco tempo com atitudes que pouco constroem””

  1. Aston Beckman disse:

    O Poder Judiciário paga caro por querer, somente agora, abdicar do seu papel de “jagunço” do sistema oligárquico.
    Ao longo do regime militar, muitas oligarquias germinaram nas Unidades da Federação. Quem sustentava e garantia a consolidação dessas heranças feudais? O Judiciário, é óbvio!
    Parentes e bajuladores desses mandões eram todos prodigiosos: não perdiam uma questão na Justiça, vitórias certas em todas as disputas eleitorais, abocanhavam as melhores vagas de vestibulares e concursos públicos, contemplados com isenções fiscais, apossavam-se de bens estatais (terras, prédios, praias. …), assassinatos e outros crimes que encomendaram ou perpetravam nunca eram desvendados; e se fossem, os executores e mandantes ficavam impunes……..Tudo isso garantido pelo Sistema Judiciário, o Ente Público mais cobiçado pelos oligarcas. Não era à toa que quaisquer serventuários ou magistrados só ingressavam na carreira, se fossem pelas mãos dos tuxauas de cada estado. Ainda hoje, “o coroné Zé Sarnê” é presença obrigatória, em posse de togados dos Tribunais mais elevados.
    Arrisco afirmar: ao Podre Judiciário, debita-se grande parte das desgraças desta nação. Em contrapartida, os supradivinos de toga recebiam salários faraônicos e tinham privilegios de rei.
    O saudoso, senhor feudal, Antônio Carlos Magalhães – ACM, em alusão ao Judiciário, destilava: “Juizinhos de merda”. Quem era macho para peitar Toninho Marvadeza?

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