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Embargando o embargo

JM Cunha Santos

Em mais uma daquelas “pesquisas”, o jornal O Estado do Maranhão informa que o embargo da Via Expressa pelo prefeito João Castelo, ganhou, de cara, a antipatia da população de São Luís. Mas o fato real é que a Via Expressa, iniciou expressamente fora da lei. Como disse um parlamentar, já passou o tempo do quero posso e mando, quando governantes podiam fazer o que bem entendessem ao arrepio da legislação vigente.

Dá até para imaginar como foram elaboradas as perguntas desse minucioso e sistemático estudo pesquisatório. Igualzinho àquelas perguntas de psiquiatras forenses que querem incriminar os inocentes e inocentar os criminosos.

Imaginem se fôssemos pesquisar em meio a essa maranhensidade cheia de luxações, ferimentos, males congênitos, surtos e epidemias o que eles acharam da governadora Roseana Sarney embargar a construção de um hospital pela Prefeitura de São Luís? Uma obra grandiosa que seria referência no Norte e Nordeste do país? Mais de 99% da população seria contra o embargo da doutora Roseana.

O tempo que Roseana gasta para embargar o embargo da Prefeitura seria bastante para juntar toda a documentação necessária e dar continuidade à Via Expressa. Daria tempo, inclusive, como frisou a deputada Gardênia Castelo, para que ela refletisse melhor e liberasse os mais de R$ 70 milhões deixados para a Prefeitura pelo Dr. Jackson Lago, destinados à construção dos viadutos que a cidade tanto precisa. Daria tempo de desembargar o Hospital de Urgência e Emergência de São Luís. Este é, de fato, imprescindível para o povo de São Luís.

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4 respostas para “Embargando o embargo”

  1. Antônio Reis disse:

    Rapaz, é o fim dos tempos. Dinheiro compra tudo mesmo, até um jornalista como o velho Cunha Santos. Dá um asco ler esse hoem elogiar a gestão de João Castelo. Vira e mexe, ele defende João Castelo. Jornalismo a soldo é coisa horrível.

  2. O CAOSTELO TÁ TAO DESMORALIZADO, QUE ATÉ ESSA ATITUDE ARROGANTE DA ROSEANA MURAD SRNEY, A POPULAÇAO TÁ APROVANDO. É O FIM DO CAOSTELO. PARA O BEM DA POPULAÇAO.

  3. gilberto sobrinho disse:

    Vamos fazer uma campanha: ROSENGANA, JÁ QUE ÉS A FAVOR DO MA E DE SÃO LUÍS, libere os 150 milhões deixados pelo Governador Jackson Lago para a Prefeitura de São Luís!! Mostre que és gente, pois nós estamos sofrendo muito com seu governo!

  4. Inácio Augusto de Almeida disse:

    Eu leio estas notícias de embargos e fico me pergutando por que quando é para beneficiar a população o embargo logo acontece.
    Aqui em Granja-CE, em área da União, terreno público que foi invadido, prédios são construídos sem alvara da prefeitura, sem engenheiro responsável (apenas serventes de pedreiros), sem utilização de equipamentos de segurança, sem fiscalização da Previdência Social, sem fiscalização do Ministério do Trabalho, enfim, uma verdadeira bagunça. E ninguém embarga a obra.
    Cadê a prefeitura de Granja-CE?
    Cadê o CREA-CE?
    Cadê a fiscalização do Ministério do Trabalho? Operários trabalham em condições de alto risco e ninguém aparece.
    Cadê a fiscalizaçao da Previdência Social que não obriga estes especuladores imobiliários a pagarem as obrigações sociais, permitindo assim que os trabalhadores fiquem sem nenhuma amparo social?
    São construções com objetivo comerciais construídos em área de invasão. Prédios que serão alugados mesmo que a prefeitura não conceda o habite-se.
    Aqui em Granja-CE é o vale-tudo que prevalece.
    E para que nenhum destes órgãos diga que não fiscalizou porque não conseguiu localizar nenhuma destas construções, são diversas, vou dar o endereço de uma: Rua Lagoa Grande, 225, Bairro de Fátima. Mas existem nesta mesma rua outra “obras”. E nenhuma delas sofreu ou sofrerá nenhum embargo.
    A via expressa sofreu embargo porque iniciou fora da lei segundo o parlamentar que John não cita o nome,
    E por que estas construções que aqui em Granja-CE estão totalmente fora da lei não sofrem embargo?
    Será que a lei para o Ceará é uma e para o Maranhão é outra?

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