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Desafeto de Bolsonaro, Flávio Dino assume presidência de consórcio da Amazônia Legal

Um dos maiores críticos a Jair Bolsonaro, o governador do Maranhão, Flávio Dino (PCdoB), foi eleito nesta segunda-feira (21), por aclamação, o novo presidente do consórcio de estados que fazem parte da Amazônia Legal. Até então, esse consórcio era presidio pelo governador do Amapá, Waldez Góes (PDT). Dino permanecerá nos anos de 2021 e 2022 à frente do grupo.

A Amazônia Legal é formada por nove estados que abrangem a região Norte e parte do Centro-oeste e Nordeste: Acre, Amapá, Amazonas, Mato Grosso, Pará, Rondônia, Roraima, Tocantins e Maranhão. Trata-se de uma área equivalente a 59% do território brasileiro.

De perfil combativo, Flavio Dino é, depois do governador João Doria, um dos maiores desafetos de Bolsonaro. No fim de outubro, quando o presidente foi ao Maranhão inaugurar obras, Dino ficou fora da lista de convidados do Palácio do Planalto.

O governador do Pará, Helder Barbalho (MDB), falou sobre a escolha de Flávio Dino em sua rede social: “Aproveitamos para eleger Flávio Dino, por aclamação, como o novo presidente do consórcio, e desejamos um biênio de muito trabalho e sucesso no novo desafio”.

O consórcio da Amazônia Legal é o responsável pela interlocução com o governo federal sobre políticas públicas relacionadas à região, com destaque para a pauta ambiental. O Globo

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Uma resposta para “Desafeto de Bolsonaro, Flávio Dino assume presidência de consórcio da Amazônia Legal”

  1. Aston Beckman disse:

    Numa briga, quem lhe segura para o seu inimigo espancar, sem chances de defesa, como poderia ser chamado? Dizer que o governo Bolsonaro inocula Coronavírus nas pessoas, aí já seria uma alucinação leviana da parte de quem fizesse tal acusação. E o mandátario que concorre, diretamente, para o morticínio dos seus concidãos; esse sim, pode ser rotulado de PATRIOCIDA.
    Desde o início da Pandemia, Jair Messias têm-se esforçado como um aliados da Covid-19, por omissão e/ou sabotagem: na liberação mínima e tardia dos recursos, assim como na retaliação contra governadores e prefeitos, que se atrevem a tomar contramedidas, para combaterem a praga. Qual das pragas?
    Como é cediço, o capitão mostra-se averso ao sectarismo religioso que não seja de cunho protestante. Santas Casas são atreladas à Igreja Católica, a qual faz oposição ferrenha a Bolsonaro. Espiritismo, Cardecismo: Vix Maria, coisa do diabo!
    Mais uma vez ficou patente: o capitão abriu mão do ranço religioso que ele nutre pelo catolicismo e espiritismo, porque o seu propósito maior era desviar o recurso da sua real finalidade: o combate à Covid-19, o que ele não quer ver acontecer nunca?

    https://www.google.com/amp/s/www.otempo.com.br/mobile/brasil/ministerio-da-saude-enviou-verba-da-covid-para-entidades-que-nao-tratam-a-doenca-1.2421730%3famp

    Do mesmo modo, com os incêndios devastadores: pessoas e entidades que tentam fazer algo para salvar fauna, flora, rios e a qualidade do ar; essas contam com a fúria e ameaças do Jair Messias.
    A última demonstração de que o chefe do Executivo se esforça para manter algo aqui, capaz de provocar um morticínio, foi isentar ou zerar a alíquota de armas importadas. Ou seja: quanto mais baratas as armas, maior a facilidade de os importadores montarem um mega arsenal interno: e mais gente morrerá assassinada.
    Agora o propósito maior do Capitão e retardar e sabotar a programação de vacinação. Enquanto isso, centenas de brasileiros vão perdendo suas vidas, em cada 24 horas.

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