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Deputado aponta graves indícios de corrupção no governo Roseana

Agência Assembleia

O líder da oposição na Assembleia Legislativa, deputado Marcelo Tavares (PSB), afirmou na manhã desta quarta-feira (21) que são cada vez maiores os indícios de corrupção no governo do Estado. “São, todos os dias, casos graves de indícios de corrupção neste governo que eu não dou conta de trazer todos à tribuna. O Governo não tem limite!”, enfatizou o deputado.

Ele citou o caso da Proenge Engenharia, uma empresa contratada inicialmente com dispensa de licitação para fazer o gerenciamento das obras de construção de 72 hospitais. Esta empresa, segundo o deputado, já estava recebendo quase R$ 50 milhões para fazer somente o acompanhamento das obras.

Como a Legislação não previa mais a prorrogação do contrato, o secretário de Estado da Saúde, Ricardo Murad, resolveu abrir uma concorrência pública para contratar uma empresa, para fazer a fiscalização das obras dos 72 hospitais. Na condição de licitante único, a Proenge Engenharia saiu vencedora do certame.

“A Proenge ganhou com dispensa de licitação, ganhou com concorrência, e agora vai receber mais dinheiro para fiscalizar as obras do que as empresas contratadas para construir. Esse governo é uma vergonha!”, ressaltou Marcelo Tavares.

Ele acrescentou que, principalmente na Secretaria de Estado da Saúde, é possível saber por antecipação quem vai ganhar “porque é previsível, é tudo com carta marcada, é esquema das empresas do peito. Isto é uma vergonha. A corrupção nesse Estado está desregrada”.

EMPRÉSTIMO

O líder da Oposição frisou que o governo do Estado, com estes indícios de corrupção diários, ameaça comprometer o futuro do Maranhão, agora com um pedido de empréstimo de mais R$ 2,3 bilhões.

“A governadora Roseana Sarney quer pedir agora R$ 2,3 bilhões, para que as próximas gerações do povo maranhense continuem pagando, com o seu suor, os desmandos desses governos da oligarquia. A pergunta que fica é: pode uma governadora, às portas de um julgamento que pode levar à cassação do seu mandato, que está no quarto mandato e que fez o Maranhão ser o Estado menos desenvolvido da Nação, ter o direito de pedir toda a capacidade de endividamento do Estado do Maranhão, realizando ainda um governo com indícios grotescos de corrupção? Pode a governadora ter o direito de macular o futuro do Estado, depois de ter maculado o passado e o presente do nosso Estado?”, questionou.

Marcelo Tavares informou que a oposição começa a se mobilizar na Assembleia Legislativa para fazer todo o possível para sensibilizar a sociedade contra a aprovação deste novo pedido de empréstimo. “Vamos tentar sensibilizar o povo. Esta oligarquia, que vive os últimos dias de comando político no Estado, não tem esse direito! Não pode ter a chance de administrar R$ 2,3 bilhões de mais um empréstimo”, ressaltou o deputado.

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5 respostas para “Deputado aponta graves indícios de corrupção no governo Roseana”

  1. Carlos Ociran disse:

    Onde estão os outros deputados ditos de oposição? Vão levar também uma fatia do bolo? Cadeia para essa quadrilha! A população não suporta mais tanta omissão. Não é possível que o ministério público não veja isso. Não é possível que até o mais imbecil dos maranhenses não fique indignado com isso. Essa família e seus comparsas já destruíram os sonhos de vária gerações que vagueiam por outros estados. Agora estão cuidando de destruir o futuro.

  2. Hiram Freitas disse:

    John.
    Peguei a postagem abaixo do e-mail do Ex-blog do César Maia, é muito triste o que acontece nas eleições com a compra de votos:

    A COMPRA DE VOTOS -EXPLÍCITA- NAS ELEIÇÕES BRASILEIRAS ATUAIS!

    1. Centenas de conversas com deputados e vereadores de capitais eleitos e no exercício do mandato sobre custos de campanhas eleitorais trouxeram um dado novo. Novo pela forma e não pelo fato, pois se compra voto no Brasil, de diversas maneiras, desde o Império.

    2. Levantados os custos, formais e informais -contabilizados e não contabilizados- na linguagem delubiana, a surpresa é que 80% do custo da campanha de um deputado ou vereador bem votado é com pagamento de “cabos eleitorais”. Ou seja: o pagamento a pessoas para estarem nas ruas com cartazes, panfletos e bandeiras, responde por 80% dos custos de uma campanha de deputado e vereador de capital, bem votados.

    3. Uns alegam que a determinação do TSE para que um cartaz na rua tenha alguém ‘segurando’ atrás ajuda esse processo. Um cartaz custaria 20 reais para toda a campanha. Mas atrás dele tem alguém que custa uns 500 reais por mês. Certo, ajuda, mas não explica a intenção geral.

    4. Dizem eles que a probabilidade de um “cabo eleitoral” de deputado ou vereador que recebe um pagamento de cerca de um salário mínimo, para estar na rua, votar nesse candidato é de quase 100%. No caso dos majoritários (governador e prefeito), é mais baixa.

    5. O número de contratados é uma curva que começa mais baixa no início da campanha e vai crescendo, tornando-se exponencial nos últimos 15 dias e avassaladora na última semana e na “boca de urna”, com bandeiras ou qualquer coisa. Começando com 1.000 “cabos eleitorais”, pode-se chegar, em média, nos últimos 3 dias, com 30 mil “cabos” pagos. No caso dos contratados só para os últimos dias a taxa de 100% de adesão cai, mas não cai muito, pois são os contratados de antes que chamam amigos.

    6. Tomando uma média da curva, de 10 mil cabos eleitorais -de uma campanha média- a 500 reais por mês, temos um custo -médio- de 15 milhões de reais na campanha de 3 meses. Um custo que eles chamam de voto certo. Com isso, e usando a mesma taxa de “lealdade” para os últimos dias, são 30 mil votos.

    7. Vários países, tendo em vista essa prática de “compra de votos”, adotaram a lei do silêncio. Na sexta, sábado e no dia da eleição, não pode haver nenhum sinal eleitoral, nem bandeira, nem panfletos, nem carros de som…, nada que mobilize eleitores ou sinalize eleitores. Alguns países, no dia da eleição, não podem usar camisetas com o nome de candidato. Nesses países se diz que nos últimos três dias, os eleitores podem fazer suas reflexões sobre a campanha e decidir sem pressões nem pagamentos.

    8. Chile é um exemplo. Um método que o TSE poderia usar no Brasil, tornando a eleição mais competitiva entre os que têm dinheiro e os que não têm, ou têm menos.

    * * *

  3. pericles disse:

    O que esse vagabundo do Marcelo Tavares esqueceu de dizer, é que os apadrinhados dele e de seu cornudo tio, estão, juntamente com o ladrão do Castelo ( e filha), saqueando a prefeitura de São Luís através de licitações fraudulentas.
    E tem mais, a turma do outro lado da ponte, está com uma lista dos “jornalistas” que recebem jabá para defender o bandidão.
    Quase todo mundo do JP esta na lista e, há um monte deles que militam no pasquim outro lado da ponte, como gosta de dizer o pinguço Peta boiola.

  4. SERGIO disse:

    E NO GOVERNO DO TIO DELE, ELE ENCONTROU ALGUM? EU E O MARANHÃO INTEIRO SABEMOS DE UM MONTE DE COISA MAS SERÁ QUE O NOBRE DEPUTADO PODE FAZER UMA COMPARAÇÃO ENTRE OS DOIS GOVERNOS??

  5. zeca olofote disse:

    EXPLICITAMENTE,ROUBAM,EXPLICITAMENTE TIRAM DO POVO,MENTEM COMO AQUELE QUE APAREÇE PARA SALVAR O QUE NÃO TEM SALVAÇÃO,EXPLICITAMENTE MORREREMOS DE FOME SEDE,E ANGUSTIA,COMO MORRERAM OS ESCRAVOS,VENDERÃO NOSSAS ALMAS AOS PREFEITOS DAS CIDADES DESTE ESTADO,MELHOR ESTADO NÃO HÁ, A JUSTIÇA CADA VEZ MAIS CEGA, NADA VÊ , NADA OUVE, NADA FAZ ,SEGUIMOS COMO SOLDADOS PEDINDO ESMOLAS,A QUEM SUSTENTAMOS,DE PRATOS NAS MÃOS DERRAMAMOS NOSSO SANGUE COM A VIOLENCIA E PREPOTÊNCIA DE QUEM NOS PROMETEU AJUDAR SOMOS INFELIZES,CERTOS DE QUE TUDO UM DIA TUDO MUDARÁ,OS FILHOS VERÃO OS FILHOS DOS INJUSTUS ASSUMIREM O PODER E DIRÃO: TEMOS A BOA NOVA , REPETIREMOS AS MESMAS COISAS.

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