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Concurso – Projeto de Othelino Neto beneficia profissionais de saúde que atuam no combate à Covid-19

Tramita na Assembleia Legislativa o Projeto de Lei 125/2020, de autoria do presidente Othelino Neto (PC do B), que estabelece normas de concursos públicos, no âmbito da Administração Pública Estadual do Maranhão, para profissionais da área de saúde que atuaram no combate à Covid-19. A matéria deve entrar na pauta de votação da próxima sessão extraordinária.

De acordo com o projeto, os concursos para profissionais da área de saúde, no âmbito da Administração Pública Estadual do Maranhão, deverão contar, como comprovação de título, o tempo de serviço prestado diretamente no combate à Covid-19 em hospitais públicos das redes municipal, estadual ou federal e, também, nos hospitais privados, durante o tempo de vigência do Estado de Calamidade.

O projeto prevê, ainda, que o tempo de serviço deverá ser de, no mínimo, 240 horas trabalhadas no combate direto à Covid-19 e atestado pelo diretor-geral do hospital da rede pública ou privada no qual o profissional tenha atuado.

Solidariedade

O Projeto de Lei 125/2020 é mais uma ação do presidente da Assembleia Legislativa do Maranhão, deputado Othelino Neto, em benefício dos profissionais da área de saúde que atuam no combate à Covid-19.

Esta semana, em parceria com o deputado Neto Evangelista (DEM), Othelino iniciou uma campanha de solidariedade em São Luís, que tem por objetivo viabilizar hospedagem em hotéis para aqueles que estão na linha de frente da pandemia, mas não têm condições de custear diárias, e com receio de voltar para casa e contaminar seus familiares.

O movimento intitulado “Acolhendo Heróis” já conta com o apoio de vários deputados e tem como objetivo facilitar minimamente a vida desses profissionais que estão mais expostos ao risco de contaminação pelo novo coronavírus.

Já aderiram à campanha os deputados estaduais Roberto Costa (MDB), Ricardo Rios (PDT), Cleide Coutinho (PDT), Wendell Lages (PMN), Carlinhos Florêncio (PCdoB), Mical Damasceno (PTB), Helena Duailibe (Solidariedade), Glalbert Cutrim (PDT), Andreia Rezende (DEM), Fernando Pessoa (Solidariedade), Pará Figueiredo (PSL), Thaiza Hortegal (PP), Rafael Leitoa (PDT), Marcos Caldas (PTB) e Zé Gentil (PRB).

Além deles, também apoiam a iniciativa o senador Weverton Rocha (PDT) e os deputados federais Juscelino Filho (DEM), Gil Cutrim (PDT) e Pedro Lucas Fernandes (PTB), bem como o vereador Osmar Filho (PDT).

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Uma resposta para “Concurso – Projeto de Othelino Neto beneficia profissionais de saúde que atuam no combate à Covid-19”

  1. Aston Beckman disse:

    (A mensagem abaixo, eu a enviei para todos os Conselhos de Enfermagem, nos Estados, bem como à Federação e outras entidades representativas da classe: Infirmo (fraco ou não firme)), é a origem latina da palavra Enfermeiro)

    A VEZ DO “INFIRMO” TORNAR-SE FIRME!

    Assim como os PMs do Ceará se aproveitaram das vésperas do carnaval, para fazerem paralisação, exigindo melhoria salarial; esta é também uma oportunidade áurea para os Técnicos em Enfermagem do Brasil inteiro forçarem uma pausa, e chamarem empregadores e sociedade para um acerto de contas.
    Trata-se da categoria mais marginalizada e explorada da nação: ela serve de “esterco” para adubar a ambição nababesca e a vaidade por glória dos médicos: sentimentos que tanto possuem essa elite clínica! São as mãos por onde passam os lixos sociais – em processo de reciclagem – e os cabos eleitorais mais baratos dos políticos, sob os quais estão subordinados.
    Há municípios, onde o plantão de um “doutor” equivale ao ganho mensal de um enfermeiro de formação acadêmica: R$ 2.200,00 ou até mais. Enfermeiro graduado, bem entendido!
    Desde sempre, optar por ser Técnico em Enfermagem, parece uma jornada rumo à autodestruição: exerce uma atividade extremamente insalubre, tanto no aspecto físico quanto no psicológico, pessimamente remunerado….. Depois dessa onda de resgate e vingança entre facções, agora mesmo que os Técnicos, em atividade hospitalar, vivem uma expectativa aterrorizante. A maioria delas e deles, ao atingirem os 40 anos, já estão humanamente degradados.
    Quem era importantíssimo sem o Coronavírus, ora, tornou-se imprescindível. Como tudo neste país se dá por oportunismo, estamos no momento exato da classe esquecer aquela doutrinação conformista de “doação ao próximo, ou de “vocação humanitária”, e cobrar a justa recompensa pelo trabalho insubstituível, todavia, malbarateado pelos cartéis patronais.
    E fica o slogan apelativo: NÃO SAÚDEM NOSSO CRÉDITO; SALDEM NOSSO DÉBITO!

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