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Banda do Eli Cantor vai agitar os foliões em 2020

Em São Luís, cantores como Eli Cantor conseguiram projeção graças a muita força de vontade.

A paixão pela swingueira e pelo forró foi o motor de escalada para a proposta musical do Piauiense de nascimento e Maranhense de coração. Com vários anos de carreira, ele começou como vocalista da banda “forró de farra” .

No palco, Eli, virou um artista quase completo, conhecido de grande parte do público que frequenta as principais casas de eventos na capital.

No repertório do show de Carnaval, homenagens a nomes famosos como Léo Santana, Wesley Safadão, Psirico, Harmonia do Samba e Aviões do Forró.

Neste período de folia, “ O dono da farra” é um dos convidados, por exemplo, para um dos maiores carnavais do Maranhão, carnaval de Vargem Grande, fôlego para enfrentar cerca de duas horas de apresentação parece não faltar ao cantor cujo portfólio reúne shows para grandes públicos em cidades do interior maranhense, como Penalva, Araguanã, Barra do Corda e entre outros.

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2 respostas para “Banda do Eli Cantor vai agitar os foliões em 2020”

  1. Aston Beckman disse:

    Carnaval é um câncer social. Ora, o país tenta passar por um processo depurativo: nunca visto em nossa história, “Mister M” jamais havia passado tantas máscaras a limpo, como nestes dias. Esse ditirambo, alcunhado de carnaval, também urge por uma “Misteremização” total.
    Consumo de álcool e drogas atingem patamares astronômicos, na mesma proporção, o número de acidentes e gastos públicos com segurança e atendimentos médicos. Jovens e adolescentes que iniciam ou se atolam ainda mais na prostituição e nos vícios, pessoas que desaparecem, roubos e assassinatos, casais que se desfazem, proliferação de doenças, financiamentos de ministérios e secretarias estaduais e municipais; para custear a vadiagem com os impostos da maioria que não gosta dessa vagabundagem, com destaque, para a crescente comunidade evangélica. Certo agiu o prefeito do Rio de Janeiro, bispo Marcelo Crivella; recusando-se a patrocinar a orgia de massa com verbas municipais.
    Nada mais resta daquela manifestação inocente e espontânea; é venda de vícios e exploração dos fantoches das patuscadas!
    Nneste período, as cidades viram antros, entulhadas de canalhas vagabundos, oriundos dos quintos dos infernos. Vêm para encherem os rabos de álcool e drogas, perturbarem o sossego público, inflacionarem o comércio local, roubarem e gerarem fartos lucros para traficantes e proprietários de bares.
    Governantes que financiam essa farra “demoniesca” são tão vagabundo quanto os foliões; pois roubam o dinheiro do Erário Público, fruto do suor da grande maioria da população que anoja dessa devassidão imunda. -Quem não presta, no Brasil, são os mandatários ou é grande parte do povo? Ou um exala o fedor do outro?
    Pessoas como eu, que abomina essa fuzarca, nossa elegeria reside em cada folião morto da forma mais trágica possível: estraçalhado por automóveis, em assaltos, de overdose, fuzilado pela polícia etc. Kuá, kuá, kuá, kuá, kuá!!!!! Viva Lucrécia!!!!!!!
    Mas justo mesmo seria se houvesse um dispositivo legal, o qual assegurasse um ressarcimento financeiro: um tipo de bônus ou isenção fiscal, para reparar os danos sofridos pela maioria das pessoas sóbrias que, nesse período de baderna, ficam sujeitos à toda espécie de desgraças; além dos seus dinheiro queimado com atendimentos médicos e seguranças gratuitos, tudo para garantir uma vadiagem plenas aos vagabundos.
    PS: pelo menos, nestes dias de ameaça à saúde da humanidade, motivada pelo coronavirus, Covid-19, sensato e proativo seria se o governo federal interditasse essa invenção do diabo que Deus amaldiçoou, parafraseando Caetano Veloso. Como ainda pairam dúvidas acerca da existência de casos dessa enfermidade, no Brasil, sem contar a possibilidade dos gringos foliões trazerem consigo, e emprestarem carnavalescos e não carnavalescos?

  2. Aston Beckman disse:

    ….empestarem…..

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