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Autoridades do Piauí e Maranhão discutirão problemas na saúde pública

Por iniciativa do deputado Luciano Leitoa (PSB) a crise da saúde pública do Piauí e Maranhão será tema de ampla reunião com autoridades dos dois estados, no próxima quinta-feira, dia 25 de agosto. A discussão ocorrerá na Assembléia Legislativa do Piauí a partir das 9 horas com o objetivo de debater o passivo de problemas relacionados à Saúde que se estende há anos, prejudicando a população dos dois estados.

“O problema é antigo e só será enfrentado com vigor se os dois estados se unirem buscando soluções conjuntas”, afirmou Luciano Leitoa (foto). O deputado foi nesta terça feira, 23, buscar informações junto à Secretária de Saúde do Maranhão para se atualizar sobre a situação da Saúde que envolve os dois estados.

O parlamentar confirmou a presença dos deputados Dr. Pádua – Presidente da Comissão de Saúde da Assembléia Legislativa do Maranhão -, além dos deputados André Fufuca, Carlinhos Florêncio, Vianey Bringel, Antonio Pereira, Valéria Macedo, Marcelo Tavares, Gardênia Castelo, Rubens Pereira Jr, Cleide Coutinho, Edilázio Júnior, Alexandre Almeida.

O deputado federal Sétimo Waquim, que, como Luciano, também representa a região dos cocais, foi convidado pessoalmente, mas por motivo de agenda deverá enviar um representante. A Prefeita de Timon, Socorro Waquim, ficou de confirmar agenda. O tema é especialmente sensível para a cidade de Timon, conurbada com Teresina, no Piauí, que tem 40% dos pacientes de seu sistema de saúde provenientes do Maranhão.

Alem de parlamentares e autoridades do setor, foram convidados todos os vereadores de Teresina e Timon para participar do debate. Para Luciano Leitoa “esse é um momento importante porque pela primeira vez estarão reunidas autoridades dos dois estados para dialogar, já que esse é um assunto que ultrapassa as diferenças partidárias.”

A Região dos Cocais é a mais dependente de Teresina, pelo fluxo natural de pacientes, que, com a atual regionalização da Saúde do Maranhão devem buscar assistência no município de São Luís, quase 300 quilômetros mais distante.

O impasse vem inviabilizando os serviços públicos do Piauí e, o que é mais grave, penalizando a população mais pobre dos dois estados.

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2 respostas para “Autoridades do Piauí e Maranhão discutirão problemas na saúde pública”

  1. BENIGNO disse:

    Xenofobismo doméstico, sim! Quando era governador de São Paulo, o extinto, Orestes Quércia, encomendou uma pesquisa para medir o peso daquela Unidade da Federação no PIB (Produto Interno Bruto) nacional. Constatação: de cada (Unidade Monetária-U.M) 100,00 que saia de São Paulo, em forma de tributos, apenas (U.M) 8,00 retornavam para serem revertidos ali. O resto era para enfiar no “fiofó” de nordestinos e nortistas. Enfim, estas duas sub-raças são antitrabalhistas ou sofrem de ergofobia (aversão ao trabalho)?
    Quanto ao vizinho estado do Piauí, a tolerância de seus governantes tem sido por demais elástica. O repasse financeiro destinado à saúde é proporcional à população dos estados. Como o Maranhão é mais populoso, recebe uma participação maior. Roubado e mal aplicado esses recursos, quem acaba pagando a pena é o povo piauiense; como se ele fosse culpado pela irresponsabilidade do eleitorado maranhense, que insiste e persiste em eleger honoráveis bandidos.
    Hoje, na Europa, a rejeição por estrangeiros é quase uníssona entre os estadistas daquele continente. Ninguém é culpado pela desgraça outrem. Cada qual que procure resolver seus problemas internos, ou recorram ao suicídio coletivo! Por que os forasteiros não emigram para ajudar, contribuir como imigrantes? Só o fazem quando é para sugar algo que já acham pronto?

  2. ei john cutrim para de perseguir a GUERREIRA a saude do maranhao ta tudo bem nao tem problema nenhum….A GUERREIRA e ESSE HOMEM FAZ..resolveram o problema da saude do maranaho…kkkkkkkkkkkkk

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