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Alcântara: Weverton diz que é fundamental que as comunidades próximas da base não sejam prejudicadas

Discutir a temática espacial no Maranhão a partir da geopolítica e do desenvolvimento regional. Esta é a proposta do seminário “Base de Alcântara: Próximos Passos”, promovido pelo governo estadual. O evento ocorre nesta segunda-feira (15), no auditório Terezinha Jansen – Multicenter Sebrae, em São Luís.

O senador Weverton (PDT-MA) participou do encontro e aproveitou a ocasião para ressaltar a importância dos debates sobre o tema.

“Este é um assunto importante para o futuro do Brasil e do meu estado. Este evento é fundamental para discutirmos de maneira clara e transparente todas as questões que envolvem o uso da tecnologia aeroespacial em território maranhense”, afirmou o senador.

Além de Weverton, participaram das conversas o governador, Flávio Dino, o ministro da Ciência e Tecnologia, Marcos Pontes, parlamentares, convidados de diversas instituições, cientistas e pesquisadores, de ministérios, fundações e universidades.

“O ministro Marcos Pontes falou sobre o acordo. Nós escutamos atentamente. Queremos saber como vai funcionar isso na prática e como ocorrerá a troca de conhecimento entre Brasil e Estados Unidos. É fundamental que as comunidades que vivem próximas da base não sejam prejudicadas”, ressaltou.

Brasil e Estados Unidos assinaram um acordo de salvaguardas tecnológicas para permitir o uso comercial do centro de lançamento de Alcântara no mês de março.

Na prática, o acordo prevê que os Estados Unidos poderão lançar satélites e foguetes da base maranhense. O território continuará sob jurisdição brasileira.

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Uma resposta para “Alcântara: Weverton diz que é fundamental que as comunidades próximas da base não sejam prejudicadas”

  1. Aston Beckman disse:

    MARANHÃO PODERÁ INTEGRAR O POLIGONO DA MORTE, ATRAVES DA DEGRADAÇÃO AMBIENTAL, DELIBERADA PELAS PRÓPRIAS AUTORIDADES :::::

    ‘Governo Bolsonaro abriu as portas do inferno para uso de agrotóxicos’

    Pesquisadora Larissa Mies Bombardi afirma que o crescimento de registros de novos venenos químicos para uso na produção de alimentos indica o interesse ruralista acima da saúde e do meio ambiente

    por Redação RBA publicado 11/04/2019 12h11,última modificação 11/04/2019 13h01

    VALTER CAMPANATO/EBC

    Há ainda mais 322 pedidos de agrotóxicos novos a serem avaliadas por Ministério da Agricultura, Ibama e Anvisa

    São Paulo – Nos primeiros 100 diasdo governo Bolsonaro, ao menos 152 pedidos de registros de novos agrotóxicos foram deferidos, segundo balanço do site da revista Exame, que calcula ainda uma média de 1,5 aprovação por dia. Uma toada que deve continuar pelos próximos meses, já que, sob a administração da ministra da Agricultura, Tereza Cristina, há ainda mais 322 substâncias a serem avaliadas.

    Na análise da pesquisadora do Departamento de Geografia da Universidade de São Paulo (USP) Larissa Mies Bombardi, “o governo Bolsonaro abriu as portas do inferno no sentido do uso de agrotóxicos no Brasil

    https://www.redebrasilatual.com.br/ambiente/2019/04/governo-bolsonaro-abriu-as-portas-do-inferno-no-uso-de-agrotoxicos

    Estudantes vão às ruas em protesto global contra mudança climáticaGreve escolar deve ser repetida em mais de 2 mil eventos de 123 países – no Brasil, 20 cidades têm protestos agendados.

    Por Elida Oliveira*, G1

    https://www.google.com/amp/s/g1.globo.com/google/amp/educacao/noticia/2019/03/15/estudantes-vao-as-ruas-em-protesto-global-contra-mudanca-climatica.ghtml

    Mudança climática é maior preocupação global sobre segurançaPesquisa mostra que alterações no clima do planeta são fator de segurança que mais preocupa as pessoas no mundo, seguidas do terrorismo e ciberataques, e indica aumento dos temores sobre a influência dos EUA.

    https://www.google.com/amp/s/g1.globo.com/google/amp/natureza/noticia/2019/02/11/mudanca-climatica-e-maior-preocupacao-global-sobre-seguranca.ghtml

    1 em cada 4 cidades brasileiras consome água contaminada por agrotóxicos

    São Paulo, Rio de Janeiro e outras 1.300 cidades acharam agrotóxicos na rede de abastecimento. Dados do Ministério da Saúde revelam que a água do brasileiro está contaminada com substâncias que podem causar doenças graves

    Imagem: Xavi Moll on Unsplash

    Um coquetel que mistura diferentes agrotóxicos foi encontrado na água de 1 em cada 4 cidades do Brasil entre 2014 e 2017. Nesse período, as empresas de abastecimento de 1.396 municípios detectaram todos os 27 pesticidas que são obrigados por lei a testar. Desses, 16 são classificados pela Anvisa como extremamente ou altamente tóxicos e 11 estão associados ao desenvolvimento de doenças crônicas como câncer, malformação fetal, disfunções hormonais e reprodutivas. Entre os locais com contaminação múltipla estão as capitais São Paulo, Rio de Janeiro, Fortaleza, Manaus, Curitiba, Porto Alegre, Campo Grande, Cuiabá, Florianópolis e Palmas.

    https://www.google.com.br/amp/s/amp.ecycle.com.br/component/content/article/63-meio-ambiente/7192-agua-contaminada-por-agrotoxicos-brasil.html

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