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45 anos de políticas públicas para desenvolver o Turismo brasileiro

Por Flávio Dino, presidente da Embratur

Hoje, a Embratur completa 45 anos de vida. Desde 1966, esta instituição desenvolve políticas públicas para estimular o turismo no Brasil e, mais especificamente a partir de 2003, com a missão de difundir no exterior os destinos turísticos brasileiros.

Os 45 anos da Embratur, um marco da maturidade do Estado para desenvolvimento do turismo no Brasil, chega justamente às vésperas de podermos comemorar os melhores resultados históricos da recepção de turistas estrangeiros no Brasil em 2011.

De janeiro até setembro de 2011 o Brasil recebeu 6,7 milhões turistas, superando em 16% o número obtido em todo ano de 2010. Esses números permitem projetar que este ano vamos bater o recorde de 5,35 milhões.

A entrada de divisas por turistas estrangeiros no Brasil é inédita desde 2003. Durante os primeiros nove meses deste ano, os estrangeiros que visitaram o Brasil, deixaram US$ 4,985 bilhões no país, valor 15,55% maior que o obtido no mesmo período do ano passado.

Esses resultados, obviamente, não seriam alcançados sem o empreendedorismo dos empresários do trade, incluindo veículos especializados que ajudam a difundir as ações do setor. E sem a dedicação não menos exemplar de servidores que vêm dedicando sua carreira profissional ao desenvolvimento do turismo no País.

Os marcos obtidos este ano, no entanto, não nos faz acomodar. Às vésperas dos mega eventos esportivos de 2014 e 2016, a Embratur se lança à sua maior missão de seus 45 anos de existência: colocar o turismo brasileiro em um novo patamar mundial, à altura de sua diversidade de destinos e da receptividade e alegria de seu povo.

Temos como objetivo ampliar a exposição internacional do Brasil antes, durante e depois da Copa do Mundo e Olimpíadas, alterando a percepção do mundo sobre nosso país. Somos um país de praia e sol, samba e carnaval.

Mas somos também um país eficiente, que sabe receber bem o turista estrangeiro, que enfrenta os problemas de segurança, como qualquer outra sociedade, e que sabe usar de forma sustentável, como nenhum outro país do mundo, sua imensa biodiversidade. Esta é a nossa contribuição para ajudar a gerar emprego, renda e divisas nas diversas regiões e, assim, colaborar para diminuição das desigualdades regionais.

É a hora e a vez do turismo se consolidar como uma atividade econômica das mais importantes na pauta de exportações do Brasil.

É a hora de mostrar o que é este país!

O conteúdo deste blog é livre e seus editores não têm ressalvas na reprodução do conteúdo em outros canais, desde que dados os devidos créditos.

2 respostas para “45 anos de políticas públicas para desenvolver o Turismo brasileiro”

  1. Inácio Augusto de Almeida disse:

    Leiam o que o Presidente da Embratur publicou:
    De janeiro até setembro de 2011 o Brasil recebeu 6,7 milhões turistas, superando em 16% o número obtido em todo ano de 2010. Esses números permitem projetar que este ano vamos bater o recorde de 5,35 milhões
    Leram?
    Então vamos nós:
    Se de janeiro até setembro de 2011 o Brasil recebeu 6,7 milhões de turistas, como é que ele diz que “esses números nos permitem projetar que este ano vamos bater o recorde de 5,35 milhões”.
    Dá para rir. Se já foram recebidos, somente até setembro 6,7 milhões, como é que a Embratur ainda projeta bater o recorde de 5,35 milhões? Só tem uma explicação: Para o Presidente da Embratur 6,7 milhões é menos do que 5,35 milhões.
    Dá ou não dá para rir?
    Mas a loucura não fica só nisto:
    Querendo dizer que os turitas estrangeiros deixaram mais dólares no Brasil, manipula os números e omite a sobrevalorização do real.
    Leiam o que este Presidente da Embratur publicou:
    A entrada de divisas por turistas estrangeiros no Brasil é inédita desde 2003. Durante os primeiros nove meses deste ano, os estrangeiros que visitaram o Brasil, deixaram US$ 4,985 bilhões no país, valor 15,55% maior que o obtido no mesmo período do ano passado.
    Vamos aos fatos:
    Quanto custava o dólar em 2003? Quase 4 reais. Com um dólar dava para se tomar 4 ou 5 cervejas, por exemplo.
    Quanto custa o dólar hoje? Pouco mais de 1,70 reais. Com um dólar não se toma sequer um refrigerante.
    Como então o turista não gastar mais dólares quando nos visita?
    Por que a Embratur não foi correta e dá a conhecer quanto os brasileiros gastaram em turismo no exterior? A verdade é que nós gastamos quase o dobro dos dólares que os turistas estrangeiros deixaram aqui.
    Embratur, publique quanto os turistas brasileiros gastaram no exterior!
    A grande verdade é que quem não tem o que mostrar, quem passa o tempo todo fazendo politicalha no Maranhão, andando para cima e para baixo em aviões, tem que tentar maquiar os fatos para aparecer como realizador de alguma coisa.
    Quando a preguiça se junta com a incompetência o resultado é este.
    Presidenta Dilma, leia esta nota da Embratur.
    Tem muito brasileiro morrendo de rir.
    Rindo para não chorar, já que o dinheiro desperdiçado é o nosso.
    E pensar que este moço que está Presidente da Embratur quer governar o Maranhão… E trazendo a tiracolo o Orlando Silva para cuidar das finanças…
    Só mesmo como brincadeira pode se pensar numa candidatura deste Presidente da Embratur ao governo do Maranhão.
    Por esta nota que ele assina dá para se avaliar o grau de competência deste moço.
    Melhor ele teria feito se dissesse quem paga as suas passagens aéreas para todo fim-de-semana estar no Maranhão e visitar vários municípios. E se nestas viagens recebe diárias da Embratur.

    .

  2. Inácio Augusto de Almeida disse:

    Realmente, contra fatos não há argumentos.
    Cadê os defensores do OPOSICIONISTA DE FAZ DE CONTA?
    Quem assina uma nota como esta não tem condições nem de ser presidente do Íbis Futebol Clube.
    E ó consegue chegar a presidente de uma autarquia pelos bons serviços prestados ao Grupo Sarney.
    Anotem:
    Se as eleições estiverem perdidas para o candidato do Sarney, Flávio Dino novamente será chamado para DIVIDIR as oposições e se lançará candidato para atacar o candidato oposicionista que estiver em melhor posição.
    Foi assim em 2010.
    Assim será em 2012.

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