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Sistema de digitalização e preservação de documentos é apresentado a cartorários maranhenses

Fonte: e-mail da AssCom da CGJ do TJMA

Foi realizada na manhã da sexta-feira (19/06), no Cartório da 1ª Zona de Registro de Imóveis, que fica na Rua do Sol, a apresentação do Sistema PIQL que visa à digitalização e preservação de documentos. O cartório é o primeiro a utilizar esse sistema e apresentou aos cartorários convidados os resultados de dois meses de trabalho utilizando o PIQL. Na serventia, cerca de 30 mil documentos são digitalizados diariamente.

Cartorários de São Luís e do interior, além de funcionários do Fundo de Reaparelhamento e Modernização do Judiciário do Tribunal de Justiça (FERJ) e da Corregedoria Geral da Justiça, participaram do evento. A corregedora-geral da Justiça, desembargadora Nelma Sarney, a juíza auxiliar da CGJ Oriana Gomes, a juíza Luzia Neponucena, da 1ª Vara da Fazenda Pública de São Luís, e a diretora do FERJ Celerita Dinorah também foram à apresentação.

Ricardo Gonçalves, titular do Cartório Único de Passagem Franca e respondendo pelo Cartório da 1ª Zona de Registro de Imóveis, enfatizou as vantagens com a implantação do PIQL. “Está sendo uma experiência muito positiva. Tudo o que a gente planejou está sendo alcançado e a tendência é de que esse trabalho de digitalização aqui na serventia tenha continuidade”, afirmou.

De acordo com Roberto Carminati, diretor de operações da OGS Digital, responsável pela implementação do sistema, a tecnologia Piql foi desenvolvida com base na gravação de dados em película de 35mm, a mesma utilizada em produções cinematográficas. “O dispositivo permite guardar informações por milhares de anos sem a necessidade de migração para outro tipo de base de armazenamento. Cada rolo de filme fica guardado em uma caixa de proteção, resistente à inundação e à alta temperatura sem que haja danos aos dados”, destacou.

A corregedora ressaltou a necessidade da preservação e manipulação documental nas serventias. “É um trabalho de suma importância nos dias atuais, haja vista o avanço da tecnologia. Em princípio o cartorário pode pensar que seja um custo a mais, mas depois o ganho com a implantação desse sistema é muito grande, pois vai trazer celeridade melhorar a prestação do serviço às pessoas. Hoje tudo é digital, não há como fugir disso”, ressaltou Nelma Sarney.

Para a cartorária Evelise Crespo, “o sistema vai otimizar o serviço na serventia. A utilização do PIQL vai organizar as atividades dos cartórios, resultando em melhoria na qualidade do serviço prestado”. “Sem dúvidas o sistema agregou ganho de tempo, segurança na preservação de livros e documentos e, após esse período de experimentação, vamos contratar em definitivo aqui para a serventia”, completou Ricardo Gonçalvez.

A empresa OGS Digital, em parceria com a Corregedoria Geral da Justiça, já realizou um projeto piloto para implantação do sistema no âmbito do Poder Judiciário. A experiência inicial foi realizada no Fórum de Justiça de São Luís, que resultou na digitalização e microfilmagem de 100 processos e um total de cinco mil páginas.

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