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Mais uma obra da atuante Promotora de Justiça Ana Luiza Ferro

Fonte: e-mail da autora

Capa do livro: 1612 - Os Papagaios Amarelos na Ilha do Maranhão e a Fundação de São Luís - Prefácios de Lucien Provençal, Vasco Mariz e Antonio Noberto - Apresentação de Wilson Ferro - Semeando Livros, Ana Luiza Almeida Ferro

O livro é intitulado “1612: os papagaios amarelos na Ilha do Maranhão e a fundação de São Luís”, tendo sido publicado pela Juruá Editora (Curitiba, 2014, 776 p.) e tem como tema central a fundação da França Equinocial no Maranhão em 1612, focalizando desde os seus antecedentes até os primeiros anos que se seguiram à expulsão dos franceses do norte do Brasil. É uma viagem exploratória e crítica que acompanha a Era dos Descobrimentos e a partição do Mar-Oceano, as primeiras tentativas portuguesas de povoamento e colonização do Brasil e do Maranhão, a definição nebulosa da origem do nome “Maranhão”, as investidas dos gauleses pelo Novo Mundo, as guerras de religião que ensanguentaram a França na segunda metade do século XVI e cujos efeitos ainda assombrariam o país e seus empreendimentos no século seguinte, a chegada de cerca de 500 franceses (os “papagaios amarelos”, como eram chamados pelos índios) à Ilha do Maranhão em 1612, o reconhecimento da terra, a fundação da cidade de São Luís, a decretação das leis institucionais da colônia, a convivência dos padres capuchinhos Claude d’Abbeville e Yves d’Évreux com os tupinambás da ilha e das circunvizinhanças, o regresso de François de Razilly à França, os antecedentes, a deflagração e os desdobramentos da Batalha de Guaxenduba, a subsequente trégua firmada entre os gauleses e os lusos, a rendição do Forte São Luís, o destino das principais figuras da disputa franco-ibérica pelo Maranhão e os sucessivos governos de São Luís até a invasão holandesa. Nesse estudo é reafirmada inequivocamente, em primeiro plano, a atribuição da honra da fundação de São Luís aos gauleses; ademais, são analisadas as fases e características do mito da “origem” lusitana de São Luís e é destacado o fato de que Razilly, diferentemente de La Ravardière, por muito tempo teve o seu papel na implantação da França Equinocial e na fundação da cidade subestimado.

Também foi publicada uma edição europeia da mesma obra, sob o título: 1612: os franceses na Ilha do Maranhão e a fundação de São Luís (Juruá Editorial).

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