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Em debate Dino critica presidente Dilma Rousseff e Lula

Em pelo menos duas oportunidades o candidato a governador pela coligação Todos pelo Maranhão, o comunista Flávio Dino (PCdoB), bateu em pontos sensíveis do governo Dilma Rousseff (PT), mas passou despercebido pelos dois outros participantes do debate na TV Mirante (Rede Globo), nesta terça-feira (30 de setembro).

Claro que o objetivo do candidato era atingir seu principal adversário, Lobão Filho (PMDB), que concorre pela coligação Pra Frente, Maranhão, porém poderia ter sido chamado a explicar a aliança que tenta manter com o PT, caso fosse cobrado pelas suas posições, já que estava fazendo o mesmo discurso dos opositores de Dilma e Lula.

Uma das críticas de Flávio Dino para atingir Lobão Filho diz respeito à Refinaria de Petróleo de Bacabeira, projeto que está paralisado, mas que foi apresentado em janeiro de 2010 como um dos maiores empreendimentos do Maranhão.

Ocorre que não foi o Governo do Estado quem lançou o projeto, mas sim o ex-presidente Lula e a então chefe da Casa Civil, Dilma Rousseff, que era pré-candidata a presidente. Embora os estudos técnicos dissessem o contrário, Lula prometeu que a refinaria entraria em operação em 2014.
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Graças a esse projeto, tiveram expressivas votações no Estado a atual presidente Dilma Rousseff, a governadora Roseana Sarney e o senador Edison Lobão, hoje ministro de Minas e Energia. A Refinaria de Bacabeira é um dos projetos que mostram os pontos frágeis da Petrobras, que vem sendo alvo de duras críticas pelos candidatos Aécio Neves (PSDB) e Marina Silva (PSB), bem como Pastor Everaldo (PSC) e outros adversários do governo federal.

Num outro ponto do debate, Flávio Dino disse que o ministro de Minas e Energia, Edison Lobão, pai do seu adversário, reajustou recentemente as tarifas de energia elétrica, ou seja, mais uma vez bateu na política econômica do governo petista, pois trata-se de uma decisão que vem de Brasília. E tem mais: quem autoriza aumento de energia elétrica não é o Ministério de Minas e Energia, mas a Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel).

(Com informações do blog do Aquiles Emir)

 

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