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O LINKEDIN, O MEU BLOG E A EXPERIÊNCIA DO USUÁRIO

Mantenho um blog sobre Economia e Negócios Regionais no Jornal Pequeno (http://jornalpequeno.blog.br/vinicius/), um dos principais jornais do Maranhão. Esse ano resolvi intensificar o trabalho e vi no Linkedin um enorme potencial para cliques. As razões são muitas, mas a principal é que o público é extremamente aderente ao conteúdo relacionado. Pensei que ganharia views instantenamente dos usuários do In – mas para minha surpresa – os resultados iniciais foram pífios. Atônito, ao ver os números, comecei a buscar explicações.

Simplesmente não entrava na minha cabeça como uma publicação que ostentava “2.482 visualizações no feed” do Linkedin não gerava nem 100 cliques diretos para a página do blog. Ora, o conteúdo era aderente ao público, gerava interesse (pois os usuários clicavam no feed), mas algo acontecia para essas 2.482 pessoas não visitarem o blog. Mas o que?

Encucado, pus-me no lugar do leitor, como eles liam e em que horário. Entender a EXPERIÊNCIA DO USUÁRIO é fundamental para equacionar qualquer problema relacionado a rejeição – isso vale pra tudo: produtos, serviços ou mídia. Praticar a empatia faz bem.

Logo de cara eu matei a charada. Para minha surpresa 87% do meu público acessa o blog através de Desktops e não celulares. Segundo o linkedin, 94% de seus usuários usam os celulares para interagir com a rede.

Fui tentar abrir meu blog usando o celular através do IN e simplesmente fiquei chocado com a dificuldade em abrir o link. O serviço de direcionamento simplesmente é muito lento e atrapalhado. Com certeza, o usuário deve desistir de sair da rede para ler o conteúdo.

Uma excelente EXPERIÊNCIA DE USUÁRIO deve ser simples, amigável, clean.

2.482 cliques fazem diferença. Preciso deles. Mas o que fazer? Tentar mudar o hábito das pessoas ao usar o Linkedin, talvez seja pretensão demais.

Se o importante é ser lido, uma saída seria disponibilizar a íntegra em forma de artigo no IN, com o link de “leia mais” ao final. Isso não resolve o problema de obtenção de audiência para o blog, mas serve como paliativo. Isso não vai gerar os leads que eu esperava, no tempo que eu esperava, mas vai servir para marcar presença dentro da maior rede profissional do mundo. Um dia, quem sabe, o IN me dê esses 2.482 de conversão.

O conteúdo deste blog é livre e seus editores não têm ressalvas na reprodução do conteúdo em outros canais, desde que dados os devidos créditos.

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