Fechar
Buscar no Site

30 anos depois: Jeisa, a que não morreu

Jeisa Moraes, que sobreviveu a um tiro na cabeça, hoje leva uma vida normal em São Luís

No feriadão deste carnaval, encontrei nos guardados do meu arquivo pessoal uma antiga crônica do professor Jomar Moraes. No texto, ele faz um veemente repúdio à violência policial, após um episódio trágico ocorrido em 1989: Jeisa, sua irmã, fora agredida em São Luís por um sargento da PM com um tiro na cabeça.

Na época, eu tinha 25 anos de idade, era estudante de Jornalismo (Curso de Comunicação Social, na UFMA) e já trabalhava como repórter de polícia. Fiz a cobertura do trágico episódio, na ocasião em que cobria as férias de um jornalista veterano, o saudoso Reginaldo Correa, no jornal O Estado do Maranhão.

Passaram-se 30 anos. Na época, Jeisa, então com 32 anos de idade, só tinha sua primeira filha, Germana, uma menina muito bonita, de quatro anos, apenas. Depois do trágico episódio, aconteceram muitos outros milagres na vida de Jeisa. Além de Germana, vieram Ângela e Carmem, suas duas outras filhas.

Jeisa é uma pessoa adorável. Hoje ela leva uma vida normal em São Luís. E é um exemplo de superação.

Leia abaixo o artigo de Jomar Moraes, publicado no dia 1º de março de 1989:

Clique aqui:  http://jornalpequeno.blog.br/manoelsantos/2019/03/11/artigo-de-jomar-moraes/

 

 

O conteúdo deste blog é livre e seus editores não têm ressalvas na reprodução do conteúdo em outros canais, desde que dados os devidos créditos.

Deixe uma resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

*

mais / Postagens