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Flávio Dino responde a ataques de Sarney: ‘ele quer a volta das tenebrosas transações’

O governador Flávio Dino (PCdoB) voltou a mostrar neste domingo (23), pelas redes sociais, que não está disposto a ficar calado diante dos ataques sistemáticos do chefe do grupo que foi apeado do poder no Maranhão, nas eleições de 2014.

Em resposta ao ex-senador José Sarney (PMDB) – que, em artigo publicado em seu jornal, no sábado (22), escreveu que “só um negócio prospera no Maranhão, a fabricação de placas com os dizeres Vende-se e Aluga-se” –, o governador respondeu que “o oligarca sente saudades do passado em que havia espaço para ele se tornar sócio de ‘investidores’ em tenebrosas transações” e que Sarney “não aceita não poder mais usar helicópteros do Estado para passeios à sua ilha privada”.

Segundo Flávio Dino, “diariamente, Sarney mobiliza seu império midiático para deturpar, agredir, perseguir. E depois esconder a mão”.

Dino disse ainda que “a oligarquia já vive a ansiedade eleitoral [de 2018]. Batalha em que tentarão reaver seus privilégios perdidos, suas fontes de riqueza e poder”. Mas frisou: “Da minha parte, que fiquem ansiosos. Meu foco é governar, fazer o bem, cuidar das nossas 800 obras, fazer muita política social para todos”.

Veja a íntegra da postagem de Flávio Dino no Twitter:

 

Claro que um oligarca não considera importante que, em 2 anos, tenhamos construído ou reconstruído mais escolas do que em décadas.

Claro que um oligarca sente saudades do passado em que havia espaço para ele se tornar sócio de “investidores” em tenebrosas transações.

Claro que um oligarca não aceita não poder mais usar helicópteros do Estado para passeios à sua ilha privada.

Lamento que o oligarca não evolua e, diariamente, mobilize seu império midiático para deturpar, agredir, perseguir. E esconda a mão.

Oligarquia já vive a ansiedade eleitoral. Batalha em que tentarão reaver seus privilégios perdidos, suas fontes de riqueza e poder.

Da minha parte, que fiquem ansiosos. Meu foco é governar, fazer o bem, cuidar das nossas 800 obras, fazer muita política social para todos.

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