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Rodovias ainda têm 387 pontos com bloqueios; 132 locais foram liberados

Caminhoneiros continuam com mobilizações em rodovias de todo o Brasil neste sábado, 26, no sexto dia de protestos. Ainda há 387  pontos bloqueados e 132 foram liberados. Muitas manifestações seguem pelo acostamento das estradas. Na sexta-feira, o presidente Michel Temer acionou as forças de segurança nacionais para desbloquear rodovias.

O decreto, publicado no Diário Oficial da União, autoriza o emprego das Forças Armadas no contexto da Garantia da Lei e da Ordem (GLO) até o dia 4 de junho.

De acordo com a Ecovias, a situação é tranquila neste momento no sistema Anchieta-Imigrantes. Mais cedo, caminhoneiros faziam uma manifestação na rodovia Anchieta, nos dois sentidos, entre o km 22 e 24, em São Bernardo do Campo. O trânsito, porém, está liberado para veículos de passeio, motos, ambulâncias e coletivos.

Na rodovia Fernão Dias, ocorre um protesto sem interdição na altura do km 37, na região de Atibaia.

De acordo com a concessionária Nova Dutra, os caminhoneiros também permanecem na rodovia Presidente Dutra nas regiões de Santa Isabel, São José dos Campos, Jacareí, Caçapava, Pindamonhangaba, Lorena, Barra Mansa e Piraí.

Na Régis Bittencourt, a manifestação ocupa uma faixa e o acostamento, em ambos os sentidos, na altura do km 279, em Embu das Artes, e também na altura do km 385, em Miracatu, no sentido de Curitiba. Também há bloqueio no km 477, em Jacupiranga.

No Rodoanel não há interdições, mas a via tem lentidão no trecho de Embu das Artes, em razão dos protestos na Régis Bittencourt.

De acordo com a Autoban, a rodovia Anhanguera permanece com bloqueio na região de Limeira. A concessionária orienta o motorista a utilizar a rodovia dos Bandeirantes.

As rodovias Imigrantes, Raposo Tavares, Castelo Branco, Ayrton Senna e Bandeirantes seguem sem mobilizações.

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Uma resposta para “Rodovias ainda têm 387 pontos com bloqueios; 132 locais foram liberados”

  1. Hertz Leal disse:

    Essa crise no abastecimento pode servir de ensaio para sobrevivência, em outras que advirão. Talvez sejam mais radicais, do tipo que FFAA e PF não tenham a quem punir. O problema será mesmo a impossibilidade de produzir, pelos mais variados fatores adversos, os gêneros que hoje são apenas vasqueiros.
    De cada queda uma lição. Há duas maneiras de percebermos a importância daquilo ou de quem somos dependemos: pela presença e pela ausência. Por vezes, alguém precisa romper bruscamente conosco, como um forma de usar sua falta para castigarmo-nos. Nota-se tanta pretensão de esnobismo e autossuficiência,ao ponte de levar as pessoas a confundirem o gari com o próprio lixo. A partir de agora, os caminhoneiros não serão mais vistos como meros usuários de rebite com coca-cola. A sociedade vai ver que pouquíssimos filhos parecem com os pais, porque os maridos vivem mais na estrada do que em casa com esposa. Que exercem uma ocupação extenuante e de alto risco, baixa expectativa de vida; dada as peculiaridades desfavoráveis da profissão . Conquanto, nesse locaute, os caminhoneiros tenham apelado às “forçações espúrias”, estranhas a uma paralisação lícita.
    Abriu-se também uma janela, através da qual possamos avaliar o modelo de dependência ao qual estamos permitindo que nos “empacotem”. Logística para transportar e abastecer, combustível produzido e armazenado em mãos que possam nos “locautear, ou nocautear”.
    E que todos passem a observar de modo mais racional e racionalizado a matriz de todo esse estrangulamento massificante: refiro-me à Superpopulação ou Explosão Demográfica.

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