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A doce vida de Márcio Lobão no Rio de Janeiro

Alvo da Operação Leviatã, que investiga o pagamento de propinas nas obras da Hidrelétrica de Belo Monte, Márcio Lobão tem uma rotina tranquila no Rio. Na tarde desta terça (18), o filho do senador Edison Lobão (PMDB-MA) estava no restaurante D’Amici, em Copacabana, degustando um vinho da marca francesa Pouilly-Fumé. O local é ponto de encontro de executivos na cidade. (Veja)

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3 respostas para “A doce vida de Márcio Lobão no Rio de Janeiro”

  1. jonas vaquer disse:

    DIZEM QUE A RECEITA FEDERAL NUNCA VIU A ORIGEM DE TANTA GRANA. OS POLÍTICOS FAJUTOS COM SUAS DECLARAÇÕES PARA ANALFABETO E SEUS IDEAIS DE FAZER MUITO PELO BRASIL E PELO POVO DO MARANHÃO, AGEM ASSIM. COM SABOR DE PROPINA POUCO IMPORTA A ORIGEM E QUE VINHO É. O RESTAURANTE D´AMICI FICA NA RUA ANTONIO VIEIRA, 18 NO LEME. O VINHO APRECIADO PELOS COMENSAIS POSTO A MESA ERA O Domaine de la Romanée-Conti, Romaneée-Conti Grand Cru – Preço médio: US$ 12.738 – máximo: US$ 54.394.
    Márcio Lobão, um dos alvos de hoje da Lava-Jato, apareceu pela primeira vez nos malfeitos ligados ao pai senador em junho de 2016, quando tornou-se pública a delação de Sérgio Machado.

    Era Marcio quem recebia, em mãos, um mensalão de R$ 300 mil, conforme Machado.

    Márcio Lobão é conhecido por ser amante de bons vinhos tintos franceses (dá preferência aos de Bordeaux). Participa de várias confrarias de amantes de boas safras. É dono de uma adega de qualidade.

    Notabilizou-se também, desde que foi morar no Rio de Janeiro, há pouco mais de uma década, por colecionar obras de arte. Tem um excelente acervo. Parte deles adorna paredes até dos banheiros e lavabos do seu apartamento de frente para o mar do Leme.

    Há exatamente dez anos assumiu a presidênia da BrasilCap, empresa do Banco do Brasil e do Icatu. Uma indicação, naturalmente, do seu pai senador.

    http://www.damiciristorante.com.br/img/graph/alta/foto6.jpg

  2. doralice machado disse:

    E ESSE RAPAZ SEGUE SOLTO? O MARANHÃO RI DE RAIVA….RAIVOSO, PREPOTENTE, MIÚDO, RASTEIRO, MESQUINHO. ESSE É O MORO, SEGUNDO O JORNALISTA JANIO DE FREITAS.
    TRECHO DE ARTIGO DEVASTADOR DE JANIO DE FREITAS:
    (…)
    O retorno da Lava Jato à fase em que tinha controle sobre seus rumos, sem envolver o PSDB e o PMDB como a Odebrecht obrigou, não se deu só em procuradores e policiais.

    O juiz Sergio Moro ofereceu mais uma demonstração de como concebe o seu poder e o próprio Judiciário. Palavras suas, na exigência escrita de que Lula compareça às audiências das 87 testemunhas propostas por sua defesa:

    “Já que este julgador terá que ouvir 87 testemunhas da defesa de Luiz Inácio Lula da Silva (…), fica consignado que será exigida a presença do acusado Luiz Inácio Lula da Silva nas audiências na quais serão ouvidas as testemunhas arroladas por sua defesa, a fim de prevenir a insistência na oitiva de testemunhas irrelevantes, impertinentes ou que poderiam ser substituídas, sem prejuízo, por provas emprestadas”. É a vindita explicitada.

    Um ato estritamente pessoal. De raiva, de prepotência. É uma atitude miúda, rasteira. Incompatível com a missão de juiz. De um “julgador”, como Moro se define.

    O Judiciário não é lugar para mesquinhez.

    (…)

  3. doralice machado disse:

    OS NOMES VAZADOS DO PROCESSO DE FACHIN. Os nomes divulgados pelo jornal O Estado de S. Paulo não podem ser verdade. Se for verdade, não deveria ter sido dito. Em sendo verdade e já tendo sido dito, os que disseram podem proclamar uma convulsão social. E se tudo o que está sendo dito for verdade, por que demorou tanto tempo para ser dito?

    Como pode um país com quase 30 milhões de desempregados ter esperado tanto para ver que uma das razões fundamentais de sua miséria e desemprego com certeza foram por causa desses homens que detêm o poder público e os corruptores da iniciativa privada que roubaram tanto.

    Se for verdade, tudo o que está sendo dito pode conflagrar um povo com fome, sem saúde pública para assisti-los, sem escolas para seus filhos estudarem, sem segurança pública para garantir o ir e vir.

    Sendo verdade, os que disseram parecem não querer a paz. Então o que querem esses homens? Por que vazar as informações dos corruptos e não prendê-los, sequestrando seus bens, os colocando em disponibilidade até termos certeza de que são eles mesmos os ladrões, para que posteriormente possamos levá-los às mesmas condições que vivem os desempregados e à margem da sobrevivência?

    Os miseráveis da Revolução Francesa eram um povo em número infinitamente menor do que os 200 milhões de brasileiros, e se o Brasil tem por volta de 30 milhões de desempregados, e esses desempregados tem pelo menos dois ou três dependentes, são por volta de 120 milhões na miséria ou que vivem quase no limite da sobrevivência. Os franceses tinham seus miseráveis que fizeram a revolução. Mas sendo a França o berço de cultura, até os miseráveis tinham cultura.

    Aqui, temos um país com apenas 500 anos, pobre, sem cultura, onde este povo marginalizado não tem conhecimento do certo e do errado. É um povo sem instrução e pouca cultura para fazer a definição social da forma violenta necessária para reagir contra esses que são os responsáveis pelas condições de vida do atual momento do Brasil. Que definição ou que expectativa podem dar os sociólogos sobre tal fenômeno?

    Essa cambada, não merece esse povo que não participou das bandalheiras, que não tem o direito de sofrer sem ter o mínimo de reação. Os que estão reagindo pelo povo, com o maior respeito às leis, parecem estar reagindo com um pouco de hipocrisia.

    A reação a essa gente não pode ser simplesmente a tornozeleira eletrônica. O nível de assalto ao poder público requer uma bola de ferro presa aos pés dos assaltantes do Estado. A reação a essa gente não pode ser o presídio, mas os campos de concentração, vivendo à sorte, com sol e chuva e com todo tipo de intempéries. Se alimentando do que eles mesmos produzem nos campos de concentração. É o mínimo que o povo sofrido pode aguentar sem reagir.

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