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Bolsonaro assina decreto que fixa salário mínimo em R$ 998 em 2019

O presidente Jair Bolsonaro assinou decreto em que estabelece que o salário mínimo passará de R$ 954 para R$ 998 este ano. O valor já está em vigor a partir de hoje (1º). Foi o primeiro decreto assinado por Bolsonaro, que tomou posse nesta terça-feira.

Com isso, o trabalhador terá o primeiro aumento real em três anos. Entretanto, o valor ficou abaixo da estimativa que constava do orçamento da União, de R$ 1.006. O orçamento foi enviado em agosto do ano passado pelo governo Michel Temer ao Congresso

O decreto foi publicado em edição extra do Diário Oficial da União, assinado por Bolsonaro e o ministro da Economia, Paulo Guedes.

O salário mínimo é usado como referência para os benefícios assistenciais e previdenciários. O mínimo é corrigido pela inflação do ano anterior, medida pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor (INPC) mais a variação do Produto Interno Bruto (PIB, soma dos bens e dos serviços produzidos no país) dos dois anos anteriores.

Uma medida provisória estabelece a organização básica dos órgãos da Presidência da República e dos ministérios. Em outro decreto, o governo altera a organização das entidades da administração pública federal indireta. Foram publicados também os decretos de nomeação dos novos ministros.

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Uma resposta para “Bolsonaro assina decreto que fixa salário mínimo em R$ 998 em 2019”

  1. Aston Beckman disse:

    GOVERNO BOLSONARO PODE PARALISAR POR FALTA DE INTETLOCUTORES>>
    Neste mundo globalizado, onde quem melhor sabe negociar é quem mais avança. E, na negociação, mais importante do que o produto em jogo, é a fórmula como o negociador comunica esse produto.
    Pensando apenas na autopreservação de suas “crenças”, o presidente ocupou as pastas-chave, em sua maioria, por militares catatônicos e fanáticos religiosos. Aliás, a composição do novo governo foi muito bem caricaturada, durante a cerimônia de posse ontem: a primeira-dama se expressou longamente pela linguagem de sinais, Libra – como se já tivesse a ditar a comunicação, doravante, nos gabinetes. Por não contar com assessores flexíveis e maleáveis para negociar, a contraparte também se limitará à expressão por mímicas.
    Quem gostaria de negociar com interlocutores, os quais já trazem no verbo as suas verdades prontas?

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