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Armas de fogo: 61% dos brasileiros consideram que posse deve ser proibida

Seis em cada dez brasileiros consideram que a posse de armas de fogo deve ser proibida por representar ameaça à vida de outras pessoas, segundo pesquisa Datafolha divulgada nesta segunda-feira pelo jornal “Folha de S.Paulo”. O levantamento aponta um aumento da rejeição às armas. Um levantamento anterior, realizado em outubro, apontava 55% contrários à posse, contra 61% registrados agora.

De acordo com a pesquisa, a fatia de pessoas favoráveis à posse de armas passou de 41% para 37%, entre outubro e dezembro, no limite da margem de erro, que é de dois pontos percentuais para baixo ou para cima.

No último sábado, o presidente eleito, Jair Bolsonaro (PSL), registrou em suas redes sociais que pretende editar um decreto para facilitar a posse de armas . Atualmente, a pessoa que deseja ter uma arma em casa deve cumprir uma série de requisitos definidos pelo Estatuto do Desarmamento.

Segundo a pesquisa Datafolha, homens ricos, heterossexuais e eleitores do Bolsonaro lideram a defesa da posse de armas.

Entre as mulheres, 71% acham que a posse de armas deve ser proibida, ante 51% dos homens com mesma opinião. Entre os gays, 77% são contra a posse de armas; entre os heterossexuais, o índice cai para 59%.

Entre aqueles com renda maior de 10 salários mínimos, 54% consideram um direito a posse de armas; este percentual cai para 32% entre os que têm renda de até 2 salários mínimos.

A região Nordeste concentra o menor número de pessoas favoráveis à posse de armas, 32%. Entre as regiões do país, o Sul é onde as pessoas mais são favoráveis, com 47%. Sob a mesma perspectiva, no Sudeste foi registrado índice de 35%. (O Globo)

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3 respostas para “Armas de fogo: 61% dos brasileiros consideram que posse deve ser proibida”

  1. Leonidio disse:

    Ter arma de fogo…em casa, sítio, fazenda para defesa dentro dos critérios da lei— opção que utiliza quem quer….não é obrigatório….quem não quiser não usa a opção.O que não pode continuar é os bandidos armados e o cidadão de bem desarmado.

  2. Aston Beckman disse:

    mbro 31, 2018 at 5:09 pm

    Durante a campanha, Bolsonaro usou e abusou das bravatas que a massa, ávida por “soluções” mágicas, gostaria tanto de ouvi-las. O combate inexorável à violência despertava na população a sensação do restabelecimento do paraíso, antes do fratricídio, é claro! .
    Mascarado de protestante, a promessa de armar a sociedade, não pegou bem entre os seus correligionários (da mesma religião) e entre outros sequazes da sua camarilha. Para salvar as aparências e manter o dito de que “palavra de rei não volta atrás”, o capitão apenas reeditou a copia carbonada da lei que já versava sobre a matéria.
    Pontos para o presidente! A primeira promessa ele já cumpriu de araque ou apenas a recozinhou, antes mesmo de pegar na pena palaciana.
    Tudo isso pode esbarrar, como outrora, em um entulho autoritário , inerente aos agentes públicos, alcunhado de Poder Discricionário. É o equivalente ao Poder da Subjetividade dos magistrados. Em ambos os casos, um canalha qualquer, com investidura em um cargo público, a ele é conferida a prerrotativa de rasgar ou distorcer um calhamaço de leis, e daí arbitrar conforme o que lhe aprouver. Um delegado da PF, se o solicitante não for do esquema dele, pode negar o porte de arma, fundamentando: “O requerente não comprovou efetiva nessecidade”.

  3. Milson disse:

    Nao é obrigado ninguem ter a posse de arma é só pra quem quiser e preencher os requisitos. quem não quiser pode usar um boque de flores.

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