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Apresentador Sérgio Murilo recebe Título de Cidadão de São Luís

A vereadora Fátima Araújo (PCdoB) entregou, na tarde desta quarta-feira (9), no Plenário Simão Estácio da Silveira, da Câmara Municipal de São Luís, título de cidadão ludovicense ao jornalista e radialista Sérgio Murilo de Aguiar, apresentador do programa Balanço Geral da TV Cidade, canal 6, filiada a rede Record de televisão.

Sérgio Murilo é Capixaba, natural da cidade de Vila Velha, no Estado do Espírito Santo, região sudeste do Brasil. O jornalista começou sua carreira profissional aos 16 anos de idade e escolheu a capital maranhense para viver.

Durante a sessão solene que homenageou, além de Sérgio Murilo, outras duas personalidades, a vereadora falou da importância de entregar título de cidadão para pessoas que são exemplos de trabalho, respeito e honestidade. “Era um sonho homenagear esses três companheiros. Agora é uma realidade, e estou muito feliz por poder dar o título de cidadão de São Luís a esses amigos e companheiros”, destacou Fátima Araújo.

“Queria agradecer a toda a população Ludovicense por esta homenagem , São Luís é a cidade que me recebeu como filho e tenho um carinho enorme por todos os maranhenses. Agradecimentos especiais a vereadora Fátima Araújo e ao presidente da Câmara dos Vereadores Astro de Ogum”, agradeceu o apresentador a honraria recebida. Com informações e imagens de João Filho

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2 respostas para “Apresentador Sérgio Murilo recebe Título de Cidadão de São Luís”

  1. Benigno Dias disse:

    Pensa em sujeito vomitivo! As verborreias excretadas pela boca dele, é o próprio retrato falado daquela carúncula equídea.
    A etnogenia maranhense, desse os seus primórdios, já exibia um traço forte de xenofilia, qual seja: a supervalorização de forasteiros, em detrimento dos conterrâneos. Os exemplos de lealdade mártírica, legados por Pedro Dessais e Manuel Bequimão, perderam-se nas solapas intercrurais da nossa história. Anauê,marañanguaras!

  2. Benigno Dias disse:

    Pensem em um sujeito vomitivo! As verborreias excretadas pela boca dele, é o próprio retrato falado daquela carúncula equídea.
    A etnogenia maranhense, desde os seus primórdios, já exibia um traço forte de xenofilia, qual seja: a supervalorização de forasteiros, em detrimento dos conterrâneos. Os exemplos de lealdade martírica, legados por Pedro Dessais e Manuel Bequimão, perderam-se nas solapas intercrurais da nossa história. Anauê, marañanguaras!

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