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Alckmin não descarta pedir apoio de Luciano Huck para sua candidatura

O governador de São Paulo, Geraldo Alckmin (PSDB), disse nesta sexta-feira, 16, que ainda não conversou com o apresentador Luciano Huck sobre o apoio dele à sua candidatura para a Presidência da República. O tucano não descartou, porém, essa possibilidade. O empresário voltou a dizer na quinta, 15, que não será candidato na corrida pelo Palácio do Planalto.

“Não tenho conversado com o Luciano Huck, não sei o que ele pretende. Ele acabou de tomar essa decisão. Sempre respeitamos a candidatura dele, nunca deixamos de reconhecer os seus valores”, afirmou o governador durante evento que marcou o início das obras de uma estação do sistema de monotrilho no Morumbi, zona sul da Capital paulista.

Ao ser questionado se contaria com o apoio do apresentador, Alckmin disse que não poderia falar em nome de Huck. Porém, afirmou que o diálogo é “bom sempre” ao responder se procuraria o global. “Mas tudo tem seu tempo”, ponderou o tucano.

Alckmin classificou Huck como um líder com espírito público e que tem preocupação com o Brasil e em melhorar as condições de vida da população brasileira.

Comentou ainda que o apresentador dará a sua contribuição ao debate público de ideias e propostas mesmo sem se candidatar. “Decidiu não ser candidato, mas tem inúmeras formas de você ajudar e colaborar com o Brasil”, declarou o tucano. “Acho que ele tem contribuição grande a dar ainda que não seja candidato”, acrescentou.

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2 respostas para “Alckmin não descarta pedir apoio de Luciano Huck para sua candidatura”

  1. Lorde disse:

    MAS O MESMO ALCKIMIN DESCARTA INTERVENÇÃO FEDERAL EM SÃO PAULO – A intervenção no sistema de segurança do Rio de Janeiro, não significa dizer que as polícias cariocas não dão conta do recado; mas porque uma grande porção dos agentes nutre o problema que a corporação teria a função constitucional de apenas combatê-lo. Aliás, essa relação promíscuo entre bandidos escusos e bandidos legalistas, nunca foi exclusividade do estado fluminense.
    Atualmente, mais do que sempre, nas fileiras policiais há dois tipos de hierarquia: a interna ou funcional: aquela que por força da estratificação estatutária gera uma pirâmide com superiores e subalternos.
    A segunda hierarquia é a externa, a qual se faz pela cooptação dos agentes da lei, pelo poder de compra dos capos ou chefões do crime organizado.
    E, ao que parece, a segunda forma hierárquica tende a superar a primeira,
    em obediência e lealdade. Exemplo: para ganhar um soldo de R$ 8.000,00 um tenente tem de se submeter como uma “Amélia” a todos os graduados acima da patente dele. Do lado antagônico (nem sempre) existe um criminoso que abona ao mesmo tenente com um arreglo de R$ 30.000,00. Em caso do oficial subornado ter de trair ou matar “A” a mando de “B” ou vice-versa, a quem trairia ou mataria: o seu superior de carreira ou o seu aliciador?
    A eficácia desse tipo tergiversação reside no fato de a proposta do aliciador sempre cobrir, com folga, o salário legalmente auferido pelo agente comprado.

  2. nonato disse:

    está resolvido o IMBROGLIO ALCKMIN PRESIDENTE ====LUCIANO HUCK VICE PRESIDENTE .

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