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S.O.S  Hospital Socorrão pacientes sofrendo no corredor

 

Uma das unidades de referência do  SUS para atendimentos de urgência e emergência, mais conhecidos Djalma Marques, o Socorrão em São Luís do Maranhão, está superlotado e com pacientes sendo atendidos nos corredores na maior precariedade já vista, um horror, parece mais um campo de atendimento aos soldados da guerra, a primeira impressão que dar é de que não existem mais recursos na pasta da Secretária de Saúde para ser disponível ao atendimento de melhoria a população mais necessitada.

 

Relatos de populares:

“Neste sábado” (08), precisei de uma destas unidades levei meu filho de 11 anos, que tinha fraturado o braço direito, e precisava ser atendido, justamente pra retirar o gesso colocado por um ortopedista naquela unidade há uma semana, que é o procedimento normal, mas infelizmente neste sábado, um servidor que estava na portaria do mesmo, bastante estressado, nos informou que não tinha nenhum médico ortopedista pra fazer aquele atendimento, além disso, o retorno teria que ser numa outra data e num outro hospital, mais preciso no Juvêncio Matos, outro também que está precisando ser melhorado em tudo, sem mais o que fazer? Tiveram que ir embora esperar.

Agora veja como ficam aqueles familiares de pacientes naquelas macas velhas, camas com colchoes velhos improvisados, isso bem na entrada do hospital, os pacientes e acompanhantes amontoados ficam ali porque não tem leito e os corredores lotados.

Segundo funcionários do hospital, ali estavam no sofrimento 11 pessoas, alguns tomando soro deitados e outros esperando fazer a ficha e muitas macas espalhadas, um vai vem de maqueiros e enfermeiros num frenesi nos corredores apertados e calorentos.

Funcionário do hospital que não quiseram seu nome identificado, afirmou também que o número de pacientes oscila, ou seja, tudo é rotineiro, tem dia que aumenta o fluxo no atendimento, e tem dia que diminui, enfim, são ações que deve ser tomada com maior prioridade, porque a vida por mais humilde que seja, é preciosa.

Com tantos leitos, se é que existe nestes hospitais públicos, ainda falta construir mais ainda para atender a necessidade da população, pois o que chega aos extremos é a irresponsabilidade em prestar atendimento pelo  SUS para uma população que tem mais de hum milhão de habitantes.

O hospital Socorrão, por muitos anos pede socorro, pois quantas vidas já fora interrompida pela falta de uma politica seria voltada pra saúde.

A situação é gritante, nossos governantes precisam abraçar com força a esta realidade, não se pode mais mostrar na TV nos jornais impressos e na internet que está tudo perfeito com o sistema de saúde no Brasil e mais preciso aqui no Maranhão, pois é uma falácia, a coisa está feia mesmo, principalmente nos ambiente onde foi preparado para atender as pessoas que mais precisa ser assistida no que diz respeito a suade.

Situações ruins também são as dos micros postos de saúde espalhados na capital e zona rural, nestes falta praticamente tudo, sem falar que os funcionários estão reclamando também que não estão sendo bem assistidos.

No posto do bairro Anil, é preciso se dizer, que até alguns meses, a enfermaria de lá não tinha esparadrapos, gases, medicamentos básicos, e então? E porque não dizer que tudo isso não é     deplorável, será que o prefeito ficou sabendo desta deficiência?

A vida preciosa do cidadão está perdendo o valor a cada dia, mas mesmo nestas circunstancia, muitos, acreditam ainda que exista uma luz no fundo do túnel, mas será que esta luz, não seria a escolha de futuros representante nas próximas eleições? De fato que somente o voto decide.

Mas depois de vivenciar tanta decepção e suportar uma crise desta, ainda há fôlego para se acreditar em promessas de políticos descompromissado com o povo? É claro que não, pois só vamos sentir na pele quando tudo passar, e se somos recompensados ou não só o tempo dirá, não sendo tão pessimista, mas a realidade nos envergonha.

O governo municipal, estadual e federal conhece a triste situação destas unidades de saúde citadas, principalmente a estas que tem atendimento destinado à população em geral, e de tanto ser cobrado, é possível que eles digam que a situação é corriqueira, “uma vez que a infraestrutura do prédio não comporta o quantitativo de atendimentos realizados pelo hospital”.

A situação vai mudar, segundo o gestor, após a reforma e ampliação do prédio, que estão em andamento, mas quando? Pois pessoas estão morrendo.

De fato que enquanto as providencias não forem tomados, os pacientes terão que sofrer ali, entre a fedentina e os riscos de serem supostamente infectados por infinitas bactérias hospitalares, devidos o espaço físico e a grande aglomeração de pacientes, deles que estão colados um ao outro, paciente que está quase no estado terminal, uma pena.

Será que não está na hora no Ministério Público fazer uma fiscalização, porque é insustentável o que se ver nestes hospitais.

Somos conhecedores, que uma boa parte de pacientes vem do interior do estado, a outra é daqui mesmo da capital, “A procissão das ambulâncias vinda do interior, ainda é uma realidade”.  Sabe por quê?  Porque são grande a lista de prefeitos do interior que ajudaram o governador nas ultimas eleições, em troca dos benefícios concedidos, entre eles os hospitais novos e funcionando. Só que com o passar dos anos, diante de uma crise, esses prefeitos, demitiram muitos médicos, assim todos pacientes de cada localidade foram encaminhados para a capital São Luís, alguns ainda arriscam atendimento em outros estados. Porém, como não há como negar atendimento à população, a tendência é de fato superlotar mesmos aos hospitais públicos na capital.

Mas vale ressaltar, que estas precariedades não estão somente visíveis na rede municipal, mas também muito em toda rede estadual. Uma pergunta que não quer calar, o sistema de saude no Maranhão vai melhor  a curto prazo?,

 

 

 

 

 

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