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Temer informa que recomendação do Vaticano será respeitada

 

O presidente Michel Temer informou ao líder do PSC na Câmara, deputado Victório Galli (PSC-MT), que o governo brasileiro voltou atrás e vai aceitar a recomendação do Vaticano que pede proteção dos nascituros e da família formada por marido e mulher, na parte da Revisão Periódica Universal do Conselho de Direitos Humanos da ONU.

Acompanhado de representantes das frentes parlamentares Evangélica e Católica, Galli esteve no Palácio do Planalto, na quarta-feira (13), para pedir revisão na decisão do governo de rejeitar a recomendação da Santa Sé.

Com muita alegria, aviso que o presidente da República vai atender nosso pedido e proteger os bebês não nascidos e o casamento tradicional, assim como recomenda o Vaticano”, comemorou o líder Victório Galli. As recomendações vão, inclusive, ao encontro do que foi discutido na Câmara nos projetos do Estatuto da Família (aprovado em 2015) e do Estatuto do Nascituro (em tramitação).

De acordo com o presidente da Frente Parlamentar Evangélica, deputado Takayama (PSC-PR), mais de 80% da população brasileira é cristã (86,8%, de acordo com o IBGE), defende a vida desde a concepção e é a favor da família, e as decisões do governo não podem ir contra o desejo da maioria da população.

A recomendação do santo padre, o Papa Francisco, era para que se protegesse os bebês no ventre das mães, posicionamento contrário ao aborto.

Além disso, que se respeitasse o termo casamento e família, formado por um homem e uma mulher. O Ministro Aloysio Nunes foi contra essas recomendações, e o Presidente Temer determinou mudança de posicionamento do Brasil, no sentido de acompanhar a posição do Vaticano.

 

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