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A cretinice de Lula e a estratégia do insulto

O jornalista Cláudio Humberto, em sua coluna Diário do Poder, noticiou que a “estratégia do insulto” foi ordenada pelo próprio ex-presidente Lula aos senadores aliados, no julgamento de Dilma. A expressão “o Senado não tem moral para cassar ninguém” é do próprio Lula, segundo lhe revelou um senador do PT.

Lula já não pretendia reverter o impeachment, mas utilizar esses insultos no documentário “Golpe”, no qual o PT deposita sua esperança de “salvação” nas próximas eleições.

A ideia do documentário, de produção milionária, teria sido do marqueteiro João Santana, preso na Operação Lava Jato. Será usado na eleição do Brasil e exibições no exterior.

A estratégia de Lula é resumida numa frase: “Se a gente não conseguir evitar o impeachment, ao menos vamos tentar desmoralizá-los”.

Petistas ainda relutam em usar dossiês com “podres” de senadores pró-impeachment temendo que os próprios podres sejam expostos.

Durante encontro no Palácio do Alvorada, o indiciado Lula fez ver a Dilma que ela será condenada, e a aconselhou também a atacar o Senado.

A cara da derrota: o indiciado Lula acompanha discurso de Dilma na galeria do plenário do Senado ao lado do cantor e compositor Chico Buarque e de ex-ministros da petista, entre os quais professora Eleonora Menicucci, uma das maiores abortistas do mundo (Foto: Reprodução / TV Senado)

A cara da derrota: o indiciado Lula acompanha discurso de Dilma na galeria do plenário do Senado ao lado do cantor e compositor Chico Buarque e de ex-ministros da petista, entre os quais a professora Eleonora Menicucci, uma das maiores abortistas do mundo (Foto: Reprodução / TV Senado)

Após o impeachment, é necessário centrar fogo em Lula.

O jornal O Estadão, em editorial, resumiu o assunto:

A partir de agora, será preciso entender como foi possível que tantos tenham se deixado enganar por um político que jamais se preocupou senão consigo mesmo, com sua imagem e com seu projeto de poder; por um demagogo que explorou de forma inescrupulosa a imensa pobreza nacional para se colocar moralmente acima das instituições republicanas; por um líder cuja aversão à democracia implodiu seu próprio partido, transformando-o em sinônimo de corrupção e de inépcia.

De alguém, enfim, cuja arrogância chegou a ponto de humilhar os brasileiros honestos, elegendo o que ele mesmo chamava de ‘postes’ – nulidades políticas e administrativas que ele alçava aos mais altos cargos eletivos apenas para demonstrar o tamanho, e a estupidez, de seu carisma”.

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